Rede Sementes da Vida

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Cozinhas Solidárias reforçam segurança alimentar em comunidades urbanas e rurais de Sergipe

As Cozinhas Populares Solidárias de Sergipe realizaram, nos dias 14 e 15 de janeiro, ações de doação de alimentos voltadas a famílias em situação de vulnerabilidade social em áreas urbanas e rurais do estado. Na quarta-feira (14), a Cozinha Solidária Recanto Camponês, localizada no bairro São José, em Aracaju, promoveu a doação de 200 cestas básicas para famílias de ocupações urbanas no município de Nossa Senhora do Socorro. A ação beneficiou moradores das ocupações Maria Carolina de Jesus e Jardim das Palmeiras. As famílias atendidas vivem em contextos de vulnerabilidade, com pouco ou nenhum acesso a políticas públicas de assistência social e segurança alimentar. Segundo a coordenadora-geral das Cozinhas Solidárias de Sergipe, Kauane Batista, a atuação tem sido contínua. “Há cerca de quatro meses mantemos ações mensais nessas comunidades, levando comida de verdade e fortalecendo a solidariedade entre campo e cidade”, afirmou. Já no dia 15 de janeiro, a Cozinha Solidária de Umbaúba ampliou o atendimento a comunidades rurais do município, beneficiando famílias dos povoados Riacho do Meio, Campinhos, Pau Amarelo e Guararema. Além da distribuição em ponto fixo, a equipe realizou entregas domiciliares para pessoas com dificuldade de locomoção. Para a coordenadora da Cozinha Solidária de Umbaúba, Ivonilde Henrique Moreira Nascimento, a ação vai além da doação de alimentos. “Garantir que essas famílias recebam alimento é garantir dignidade e cuidado com quem mais precisa”, destacou. As ações integram a Rede Nacional de Cozinhas Solidárias, articulada pelo Movimento Camponês Popular (MCP), com apoio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). A entidade gestora da iniciativa é a Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio).

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Agrobio realiza segunda chamada e atualiza seleção de Agente de Transição Agroecológica em Goiás

A Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) anunciou nesta quarta-feira (14) a realização de segunda chamada no processo seletivo para contratação de Agentes de Transição Agroecológica, no âmbito do projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Biodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil. A iniciativa é desenvolvida em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), por meio do Termo de Fomento nº 969610/2024. Tendo em vista a desistência do primeiro colocado no processo seletivo para o território de Goiás, a Agrobio informa a atualização do profissional selecionado para atuar no estado. Com a segunda chamada, o nome anteriormente divulgado foi substituído, passando a ser selecionada Maria Eduarda da Aparecida Costa, que assumirá a função de Agente de Transição Agroecológica em Goiás. Com duração prevista de 20 meses, o projeto Rede Sementes da Vida tem como foco a implementação de corredores agroecológicos, a capacitação de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e a promoção da produção de sementes crioulas e alimentos agroecológicos. A iniciativa tem como meta beneficiar diretamente 1.600 famílias em 71 municípios, alcançando de forma indireta mais de 3.200 famílias em diferentes regiões do país. Os Agentes de Transição Agroecológica exercem papel fundamental no acompanhamento das comunidades, no suporte técnico às famílias, na sistematização de experiências e no fortalecimento da formação de multiplicadores locais, contribuindo para a consolidação de práticas produtivas sustentáveis nos territórios atendidos.

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Cozinha  Solidária Nova Canaã garante segurança alimentar para famílias em ocupações urbanas de Goiânia

Localizada no coração da Ocupação Nova Canaã, na região do Conjunto Vera Cruz I, em Goiânia, a Cozinha Popular Solidária Nova Canaã tem se consolidado como uma iniciativa fundamental no combate à fome e à insegurança alimentar em territórios marcados pela vulnerabilidade social. A cozinha atende diretamente mais de 200 famílias da ocupação e também alcança comunidades vizinhas, como as ocupações Alfredo Nasser e Nova Jerusalém, ampliando seu impacto social. Na quinta-feira (08), a cozinha distribuiu 678 refeições, garantindo uma marmita por pessoa para as famílias atendidas. No cardápio do dia estavam arroz, feijão, frango, macarrão com salsicha, farofa e salada, uma refeição completa, preparada coletivamente por moradores da própria comunidade. A iniciativa é executada pela Agrobio, em parceria com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras por Direitos (MTD-GO) e o Movimento Camponês Popular (MCP-GO), reforçando o papel das organizações populares na construção de soluções concretas para o enfrentamento da fome. Além de garantir o acesso diário à alimentação, a Cozinha Popular Solidária Nova Canaã também atua como espaço de geração de renda. As refeições são preparadas majoritariamente por mulheres da própria ocupação. Coordenadora da Cozinha Nova Canaã, Marta Clemente evidenciou que a atividade cumpre um papel que vai além da alimentação, ela fortalece vínculos comunitários, promove dignidade e reafirma a comida como um direito.

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Corredores agroecológicos fortalecem agricultura familiar e conservação do Cerrado em Goiás

Como uma estratégia concreta de fortalecimento da agroecologia, da conservação da biodiversidade e da autonomia produtiva no campo, a equipe do Projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Biodiversidade e Fortalecendo a Agroecológica no Brasil, implantou no mês de dezembro, em Goiás, diversos corredores agroecológicos em propriedades da agricultura familiar. A iniciativa é executada no estado pela Central de Associações de Agricultores do Estado de Goiás (CAAEGO), no âmbito do Termo de Fomento nº 969610/2024. A equipe técnica acompanhou o plantio de corredores agroecológicos e células de seleção de sementes crioulas nas regiões da Estrada de Ferro e Sudeste Goiano, com atividades realizadas nos municípios de Vianópolis, Orizona e Catalão. Entre os destaques está a implantação de corredores agroecológicos com variedades tradicionais de milho crioulo, como o Milho Taquaral, em Vianópolis, e o Milho Ribeirão, em Orizona. Em Catalão, foi implantada uma célula de seleção da variedade Milho Sol da Manhã, fortalecendo o processo de conservação, multiplicação e melhoramento participativo das sementes crioulas. Os plantios foram realizados pelos próprios agricultores, com apoio técnico e uso de insumos disponibilizados pelo projeto, como sementes e fosfato natural. Além do plantio, o projeto promoveu visitas técnicas em parceria com a Embrapa Cerrados, envolvendo pesquisadores e agentes de transição agroecológica. As atividades tiveram como foco o acompanhamento do desenvolvimento das áreas agroecológicas e o levantamento de dados sobre serviços ecossistêmicos no bioma Cerrado, como ciclagem de nutrientes, fluxo de energia, conservação da água, regulação climática e manutenção da biodiversidade. Agente de Transição Agroecológica em Goiás, Juliano César da Silva explicou que os corredores agroecológicos vão além da recuperação ambiental. “Eles representam uma estratégia estruturante de transição agroecológica, com impactos diretos na renda, na saúde e na autonomia das famílias agricultoras”, destaca. Do ponto de vista econômico, a diversificação dos cultivos amplia as possibilidades de geração de renda, reduz a dependência de insumos externos e facilita o acesso a mercados diferenciados, como feiras locais, vendas diretas e programas institucionais. A formação de estoques próprios e bancos de sementes também fortalece a autonomia produtiva das famílias. Os impactos sociais são igualmente relevantes. A produção diversificada garante alimentos saudáveis para o autoconsumo, fortalecendo a segurança e a soberania alimentar. A redução do uso de agrotóxicos melhora a qualidade de vida e a saúde dos agricultores e de suas famílias, enquanto a troca de saberes entre os chamados Guardiões de Sementes fortalece o conhecimento coletivo e a organização comunitária. Ao integrar conservação ambiental, produção de alimentos e valorização dos saberes tradicionais, os corredores agroecológicos se consolidam como uma ferramenta para a sustentabilidade da agricultura familiar no Cerrado goiano, garantindo resiliência ecológica e social frente aos desafios climáticos e econômicos do campo.

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Projeto Bioca realiza oficina de bioinsumos e fortalece agroecologia em Alvorada do Norte

A equipe do projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas (Bioca) realizou nesta terça-feira (16) para mais uma ação de fortalecimento da agroecologia no Nordeste Goiano. A atividade aconteceu no município de Alvorada do Norte, na residência de dona Maria de Fátima Pereira, área onde está sendo implantado um Sistema Agroflorestal (SAF) como parte das ações do projeto. A iniciativa reuniu beneficiários, técnicos e parceiros locais em uma oficina prática sobre produção e uso de bioinsumos. De acordo com o professor Marcelo Mendonça, coordenador do projeto, a atividade integra uma agenda contínua de formação das famílias beneficiárias dos SAFs, com foco no manejo agroecológico. “Essa área é uma APP, às margens do Rio Corrente, que está sendo restaurada pelo projeto. As oficinas fazem parte do processo de preparar os beneficiários para o manejo adequado dos sistemas agroflorestais, a partir dos insumos que eles já têm em suas próprias realidades”, explicou. Durante a oficina, foram apresentados e preparados bioinsumos utilizando materiais simples e disponíveis no território, como folhas de mamona, urina de vaca, leite cru, folhas de neem e de fumo. A equipe também apresentou a cartilha de bioinsumos do projeto, com diferentes receitas, algumas delas elaboradas coletivamente durante a atividade. “A ideia é valorizar os conhecimentos, os saberes e os fazeres que essas famílias já possuem, ao mesmo tempo em que trazemos informações técnicas para que elas possam fazer um manejo mais eficiente dos SAFs”, destacou Marcelo Mendonça. As oficinas de bioinsumos têm como objetivo fortalecer a autonomia das comunidades na produção de defensivos naturais e biofertilizantes, reduzindo a dependência de insumos externos e promovendo práticas que respeitam a biodiversidade local. A proposta busca apoiar o controle de insetos e microrganismos que comprometem a produção de alimentos, além de estimular a vida no solo, elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos. A abordagem dialoga com os princípios defendidos pela pesquisadora Ana Primavesi, para quem um solo vivo e saudável é a base para plantas e pessoas saudáveis. A metodologia adotada é participativa e parte das demandas reais das famílias agricultoras. Ao longo da atividade, foram trabalhados conceitos básicos sobre o que são bioinsumos, as diferenças entre defensivos naturais e biofertilizantes e a apresentação de cinco receitas práticas, com orientações detalhadas sobre preparo e aplicação. O processo busca construir, de forma coletiva, soluções viáveis, acessíveis e sustentáveis para o fortalecimento da produção agroecológica. O SAF implantado na propriedade de dona Fatinha carrega também um forte significado simbólico e ambiental. Segundo ela, a escolha da área foi motivada por um sonho antigo e pelo desejo de recuperar um espaço profundamente degradado. “Essa área aqui foi muito explorada há 30, 40 anos, quando retiraram o cascalho para fazer o asfalto. Eu ficava muito triste de ver tudo isso sem vida. Sempre sonhei em construir um SAF, mas não sabia por onde começar”, contou a proprietária. Hoje, a área já apresenta sinais de regeneração, com o plantio de espécies como baru, pequi, tamarindo e outras típicas do Cerrado. “Mesmo depois de terem tirado tudo, a terra vai regenerando. Eu sou apaixonada por isso. Quero produzir o que vou consumir, para minha família, para doar e também para vender. A ideia é tornar essa área uma referência do que é possível fazer no Cerrado”, afirmou dona Fatinha. Para o professor Marcelo Mendonça, o local demonstra, na prática, o potencial da restauração ambiental aliada à produção de alimentos. “Aqui foi retirada a vegetação, ainda assim, é possível recuperar. A restauração ambiental é isso: mostrar que áreas degradadas podem voltar a produzir vida, alimento e água”, ressaltou. A ação conta com o apoio da Prefeitura de Alvorada do Norte, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Presente na atividade, o secretário Leonardo Victor Carvalho destacou a importância do projeto para o município. “O Bioca chegou em boa hora. Logo no início da gestão, tivemos contato com o projeto e entendemos que o SAF é uma solução ambiental e produtiva. Ele permite produzir alimento, gerar renda e, ao mesmo tempo, manter a sustentabilidade”, afirmou. Segundo o secretário, os sistemas agroflorestais representam uma alternativa concreta frente ao avanço da degradação do Cerrado. “Quando a gente planta Cerrado, a gente planta água. A vegetação nativa favorece a recarga dos aquíferos e contribui para a segurança hídrica. Aqui estamos mostrando que é possível manter o Cerrado em pé, gerar trabalho, renda e inclusão produtiva”, destacou. A experiência desenvolvida em Alvorada do Norte reforça a proposta do projeto Bioca de integrar restauração ambiental, agroecologia e fortalecimento das comunidades rurais, demonstrando que existem caminhos sustentáveis e ancestrais de uso da terra que vão além dos monocultivos e contribuem para a conservação do bioma Cerrado.

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Rede de Cozinhas Solidárias do Pará promove ações do “levante das mulheres vivas” em combate à violência de gênero

A Rede de Cozinhas Solidárias promoveu neste sábado (6), nas Cozinhas Populares Solidárias Mãos Solidárias, de Igarapé-Açu; Vida Saudável, de Santa Maria do Pará; e Por Elas, de Ananindeua, no Pará, uma roda de conversa e debates para as mulheres atendidas pelos projetos comunitários. A iniciativa integra o movimento nacional Levante das Mulheres Vivas, mobilização que faz um chamado urgente ao enfrentamento da violência de gênero e ao feminicídio no país. Atualmente, a Rede de Cozinhas Solidárias conta com 15 cozinhas populares gestadas pela Associação Nacional de Agrobiodiversidade dos Povos da Amazônia em Defesa do Meio Ambiente e da Vida (ANAPAMAV) sendo 14 unidades no Pará e uma no Maranhão.  Segundo a coordenadora da Rede, Leninha Pinheiro Aragão, a cozinha se tornou um espaço de confiança para mulheres em situação de vulnerabilidade. Muitas das denúncias surgem justamente nesse ambiente de convivência, acolhimento e preparo de alimentos. “Quase sempre as violências são praticadas pelos próprios companheiros. Diante das notícias brutais que acompanhamos todos os dias, entendemos que não podemos normalizar nenhum tipo de agressão. As rodas de conversa fortalecem um espaço de escuta, reflexão e conscientização. Seguimos firmes para que as mulheres tenham o direito de viver sem violência e sem medo”, afirma Leninha. Para ela, o trabalho das cozinhas ultrapassa o ato de cozinhar: “Alimentar também é educar, politizar e reafirmar direitos”, garante Leninha Aragão. A presidenta da ANAPAMAV, Rosane Santos, reforça que as cozinhas populares desempenham um papel no combate à desigualdade e à violência. “Discutir gênero nesses espaços é fundamental porque as cozinhas são, majoritariamente, mantidas por mulheres camponesas, negras, periféricas, mães solo, e que enfrentam violências estruturais. A fome e o machismo fazem parte do mesmo sistema de opressão. Não é possível apenas garantir alimento, é preciso proteger, empoderar e garantir dignidade”, afirma. Rosane acrescenta que ocupar cozinhas, ruas e territórios é também romper silêncios. “Quando ocupamos esses espaços, afirmamos com força que queremos viver. Viver com dignidade, com liberdade e com justiça. Lutar pela vida das mulheres é também lutar contra a fome, contra o patriarcado e contra o capitalismo que explora nossos corpos e territórios”. ProgramaçãoDurante o mês de dezembro, diversas atividades estão programadas em cozinhas comunitárias da Rede, envolvendo formação, debates e ações com famílias atendidas. A proposta é aproximar o tema da realidade vivenciada pelas mulheres, fortalecendo redes de proteção e apoio e ampliando a capacidade de enfrentar situações de violência doméstica e familiar. “É na partilha do alimento e da palavra que fortalecemos nossa organização e mantemos viva a luta por dignidade, liberdade e vida plena para todas as mulheres”, conclui Leninha Aragão. Sobre a RedeA Rede de Cozinhas Populares Solidárias reúne iniciativas comunitárias que atuam no combate à fome, na formação política de base e na construção de alternativas de segurança alimentar e geração de renda. Suas ações integram estratégias de solidariedade entre territórios, especialmente em áreas periféricas e rurais da Amazônia.

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Agrobio abre processo seletivo para mobilizador territorial no Território Kalunga

A Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) divulgou nesta quinta-feira (13) o Termo de Referência nº 013/2025 para a contratação de serviços técnicos especializados em mobilização social e comunitária no âmbito do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA). A seleção prevê a contratação de uma pessoa jurídica para atuar como mobilizadora territorial no Território Quilombola Kalunga, que abrange os municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás. O trabalho será executado em parceria com a Associação Quilombo Kalunga (AQK) e demais comunidades locais. Com duração de 36 meses, o contrato prevê início em novembro de 2025 e término em outubro de 2028, acompanhando o cronograma geral do Projeto BIOCA. O papel da mobilizadora territorial será engajar e articular pessoas, instituições e lideranças comunitárias em torno das ações de restauração ecológica e fortalecimento das cadeias produtivas do Cerrado. O profissional deverá atuar lado a lado com as comunidades, promovendo processos participativos, diálogos territoriais, rodas de conversa e atividades de formação que assegurem o protagonismo local nas decisões e práticas do projeto. O trabalho inclui o mapeamento de atores locais, a facilitação de espaços de escuta e mediação de conflitos e a comunicação comunitária das ações do projeto por meio de rádios locais, redes sociais e materiais educativos produzidos em conjunto com a equipe técnica da Agrobio. Podem se candidatar organizações sociais, associações, coletivos ou instituições públicas e privadas com experiência em mobilização comunitária, articulação social, facilitação de oficinas e comunicação popular. A residência ou atuação direta na região Kalunga será considerada um diferencial. Entre as responsabilidades estão a organização de reuniões e oficinas com lideranças locais, a identificação de parceiros estratégicos e a produção de relatórios mensais sobre as ações realizadas. Os currículos e documentos devem ser enviados para o e-mail: agrobio.nacional@hotmail.com.

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Projeto Bioca abre seleção para técnico de nível médio

A Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) inicou nesta quinta-feira (13), o processo seletivo para contratação de um(a) técnico(a) de nível médio para atuar nas atividades do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano — o Projeto BIOCA. A vaga é destinada a profissionais residentes nos municípios de Alvorada do Norte, Simolândia, Buritinópolis, Mambaí ou Divinópolis de Goiás. A pessoa contratada atuará no apoio às ações de fortalecimento da cadeia produtiva da restauração ecológica, com foco na consolidação dos corredores agroecológicos e no desenvolvimento da cadeia alimentar associada. Entre as atividades previstas estão o estabelecimento e manejo de corredores agroecológicos e a produção de sementes de milho, arroz, feijão e plantas de cobertura de interesse das comunidades envolvidas. Com vigência de 36 meses, o contrato será firmado por meio de pessoa jurídica (PJ). Os candidatos devem ter formação técnica em áreas como Gestão Ambiental, Meio Ambiente, Florestal, Agropecuária ou Agroecologia, além de boa organização, domínio básico do Pacote Office e habilidade para trabalho em equipe. Os currículos e certificados devem ser enviados para o e-mail: agrobio.nacional@hotmail.com.

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Projeto Bioca abre vaga para Assistente Financeiro em Catalão

A Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) abriu processo seletivo para contratação de um(a) Assistente Financeiro(a) que irá atuar na gestão do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano, o Projeto Bioca. O (A) profissional contratado(a) será responsável por acompanhar e operacionalizar a gestão financeira do projeto pelo período de 40 meses, assegurando a correta execução de processos como empenho, liquidação, pagamento de despesas e prestação de contas, em conformidade com as normas legais e administrativas. Entre as atividades previstas estão: A contratação será feita sob o regime da CLT, com remuneração equivalente a um salário mínimo e meio, além de benefícios legais como 13º, férias e FGTS. Requisitos Podem se candidatar profissionais ou estudantes das áreas de Contabilidade, Economia, Administração, Gestão ou Direito, com experiência em gestão financeira, elaboração de planos de gestão e execução orçamentária. Será considerado diferencial o envolvimento anterior em projetos ambientais ou socioeconômicos, especialmente com comunidades tradicionais e assentamentos rurais. É desejável domínio do Pacote Office (principalmente Excel) e familiaridade com plataformas de gestão financeira e orçamentária.A vaga é destinada a pessoas residentes em Catalão (GO). Como se inscrever Os currículos devem ser enviados para o e-mail: agrobiocerradofinanceiro@gmail.com entre os dias 11 e 12 de novembro de 2025.As entrevistas acontecerão no dia 17 de novembro, e o resultado final será divulgado em 18 de novembro, com previsão de assinatura do contrato em 21 de novembro.

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Agrobio inicia processo seletivo para contratação de técnicos de nível superior

A Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) iniciou nesta terça-feira (11) o processo seletivo para contratação de dois técnicos de nível superior que vão atuar nas ações de restauração ecológica e fortalecimento das cadeias produtivas do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA). Os profissionais selecionados vão apoiar as ações de fortalecimento da cadeia produtiva da restauração ecológica, com foco na consolidação de Corredores Agroecológicos e no desenvolvimento da cadeia alimentar associada.Um dos técnicos atuará no território Kalunga, e o outro no Nordeste Goiano, em municípios como Alvorada do Norte, Simolândia, Mambaí, Buritinópolis ou Divinópolis de Goiás. O trabalho será desenvolvido em parceria com agricultores familiares e lideranças comunitárias, fortalecendo a agricultura sustentável e a segurança alimentar. Perfil dos candidatos Podem se candidatar profissionais com formação superior completa em Engenharia Florestal, Agronomia, Engenharia Ambiental ou áreas afins, com experiência comprovada em restauração ecológica, agroecologia e fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis. A residência deve ser preferencialmente na região de atuação sendo Cavalcante ou Teresina de Goiás ou Nordeste Goiano no Vão do Paranã. É desejável domínio do pacote Office, boa organização, capacidade de mobilização e facilidade de diálogo com comunidades locais. A contratação será feita por pessoa jurídica (PJ), com vigência de 36 meses, entre novembro de 2025 e outubro de 2028. Processo seletivo Os interessados devem enviar currículo e certificados para o e-mail agrobio.nacional@hotmail.com nos dias 11 e 12 de novembro de 2025.A análise dos currículos será realizada em 13 de novembro (8h às 12h), seguida de entrevistas no dia 17 de novembro (14h às 18h). O resultado final será divulgado aos candidatos por e-mail em 18 de novembro, e a assinatura do contrato está prevista para 21 de novembro de 2025.

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