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Em Catalão, Cozinha Solidária leva alimento e acolhimento a famílias do Pontal Norte

A solidariedade ganhou forma de cuidado e alimento no bairro Pontal Norte, em Catalão (GO), durante mais uma ação da Cozinha Solidária Sabores do Campo, realizada na Capela São Maximiliano Maria Kolbe. A iniciativa integra o programa Cozinhas Solidárias, do governo federal, e reuniu voluntários, lideranças comunitárias e moradores em um esforço coletivo de combate à fome. Ao longo da ação, entre 250 e 300 marmitas foram distribuídas para famílias em situação de vulnerabilidade social da região. Participaram da mobilização voluntários da própria comunidade, membros da capela, apoiadores do Movimento Camponês Popular (MCP) e moradores do Pontal Norte e arredores, fortalecendo a rede de solidariedade local. Além de garantir alimentação para quem mais precisa, a iniciativa também reforça a importância do trabalho comunitário e do aproveitamento de alimentos que poderiam ser desperdiçados. A cozinha solidária transforma a capela em um espaço de acolhimento, cuidado e dignidade para dezenas de famílias atendidas semanalmente. A ação demonstra como a organização popular e o trabalho coletivo têm sido fundamentais para enfrentar a insegurança alimentar em comunidades periféricas, promovendo acesso à comida, bem como o fortalecimento dos vínculos sociais e da participação comunitária.

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Cozinha Solidária do MCP em Cordeiro promove formação sobre alimentação saudável e promoção da saúde

Com o tema Promoção da saúde por meio da alimentação saudável, a Cozinha Solidária do Movimento Camponês Popular (MCP) no bairro de Cordeiro, em Pernambuco, promoveu uma atividade formativa nesta quinta-feira (12). O encontro reuniu integrantes da cozinha popular solidária, representantes das comunidades Sétimo Campos e Sítio dos Pimentas, além de representantes do Fundo Labora. A formação foi conduzida pelo auxiliar na Cozinha, Anderson de Melo Cordeiro, morador da comunidade Sítio dos Pimentas, na Várzea, em Recife. Durante a atividade, ele destacou o papel da alimentação saudável como instrumento fundamental para a promoção da saúde e para o fortalecimento das comunidades. Segundo Anderson, o encontro foi marcado por uma construção coletiva de conhecimentos, permitindo que diferentes temas fossem discutidos a partir do eixo central da alimentação. Entre os pontos debatidos, destacou a saúde da mulher, especialmente no contexto do mês dedicado às pautas femininas. “A comida vai além do aspecto material. Ela também envolve dimensões psicossociais e políticas. Quando falamos de alimentação saudável, estamos falando também de acesso a direitos, de cuidado com o corpo e de fortalecimento da comunidade”, ressaltou. A atividade também reforçou a importância da articulação entre diferentes setores da sociedade. Para Anderson, a participação de organizações comunitárias e de instituições parceiras contribui para alinhar estratégias e fortalecer ações coletivas em defesa da segurança alimentar. “Essa formação integra diferentes setores da sociedade. A participação popular, junto com instituições parceiras, ajuda a construir estratégias para que o alimento também seja uma ferramenta de conscientização, de acesso a direitos e de fortalecimento da luta coletiva”, afirmou. As cozinhas solidárias de Pernambuco são administradas pela Agrobio em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP) e integram o Programa Cozinha Solidária, iniciativa do Governo Federal coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O programa tem como objetivo oferecer alimentação gratuita e de qualidade para pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar, além de promover atividades formativas que estimulem a organização comunitária, a educação alimentar e o fortalecimento das redes de solidariedade nos territórios.

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Cozinhas solidárias promovem formação sobre alimentação saudável e direitos sociais em Sergipe

Vinculadas ao Movimento Camponês Popular (MCP), as cozinhas solidárias de Sergipe realizaram, entre os dias 2 e 6 de março, uma série de oficinas sobre alimentação saudável, agroecologia e direitos sociais. As atividades aconteceram em comunidades rurais e urbanas e reuniram camponeses, cozinheiras e moradores em momentos de aprendizado coletivo sobre produção, preparo e acesso a alimentos de qualidade. Na Cozinha Solidária Mulheres Camponesas de Umbaúba, na zona rural do município, foi realizado um ciclo de quatro encontros abordando nutrição e alimentação saudável, práticas agroecológicas e gestão de resíduos, boas práticas de manipulação de alimentos e promoção da saúde por meio da alimentação. As oficinas incentivaram a troca de experiências entre os participantes e destacaram a importância da produção de alimentos saudáveis, do manejo sustentável da terra e do cuidado no preparo das refeições que chegam às mesas da comunidade. Outra atividade aconteceu na Cozinha Solidária Tropical Sabores da Fonte Nova, localizada na zona rural de Estância. Na quinta-feira (5), moradores participaram da oficina sobre Direito Humano à Alimentação Adequada, conduzida pela instrutora Kauane Santos Batista. Durante o encontro, os participantes discutiram o acesso às políticas públicas e os desafios enfrentados pelas famílias que vivem no campo. Para Kauane, a experiência das cozinhas mostra que a fome e a insegurança alimentar também estão presentes nos territórios rurais, muitas vezes invisibilizadas. “A cozinha solidária é um instrumento de segurança alimentar dentro do espaço rural. Ela leva o alimento que nutre o corpo, mas também nutre a mente e a educação, porque é um espaço formativo. Não se trata apenas de entregar comida, mas de discutir a origem desse alimento e fortalecer o conhecimento sobre a produção e o consumo saudável”, afirmou. A formação também abordou o acesso da população a políticas públicas como saúde, assistência social e educação. Segundo a instrutora, compreender o direito à alimentação adequada exige olhar para o conjunto de direitos sociais. “O direito à alimentação também passa pela moradia digna, pelo acesso à saúde, à educação e às demais políticas públicas que estruturam a vida da população”, ressaltou. Outro tema presente nas oficinas foi a agroecologia, defendida pelo Movimento Camponês Popular como caminho para fortalecer a produção camponesa e garantir alimentos saudáveis nos territórios. Além de oferecer refeições a pessoas em situação de vulnerabilidade, os espaços funcionam como pontos de encontro e organização comunitária, onde se compartilham conhecimentos sobre alimentação, produção e direitos sociais. As atividades fazem parte do Programa Cozinha Solidária, iniciativa do Governo Federal coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O programa tem como objetivo oferecer alimentação gratuita e de qualidade a pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar. Em Sergipe, as ações são executadas pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP).

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Equipes do MDS e MCP visitam Cozinhas Solidárias em Sergipe e reforçam diálogo com territórios

Sergipe recebeu, dos dias 9 a 13 de fevereiro, uma série de visitas técnicas a cozinhas solidárias apoiadas pelo Programa Cozinha Solidária, uma iniciativa do Governo do Brasil, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que tem como objetivo fornecer alimentação gratuita e de qualidade à população, preferencialmente às pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, incluída a população em situação de rua e em insegurança alimentar e nutricional. A visita envolveu representantes das Entidades Gestoras, credenciadas pelo programa para atuar na região que são  a Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) e o Movimento Camponês Popular (MCP). A agenda percorreu Aracaju, Umbaúba, Lagarto, Salgado e Estância.  As cozinhas solidárias em funcionamento nesses municípios atende, desde população em situação de rua na capital até comunidades quilombolas e mulheres camponesas na zona rural em situação de insegurança alimentar. Com o objetivo de acompanhar a execução das atividades, dialogar com as coordenações locais e conhecer de perto os desafios enfrentados pelas equipes, as visitas foram conduzidas pelas técnicas em políticas sociais do MDS, Bianca da Rocha Frota e Paula Bernardes Machado e pelos dirigentes do MCP, Kauane Batista, Ana Maria Guimarães e Alexandre Matos. Para Joseilma Menezes Santos, coordenadora da Cozinha Tropical Sabores da Fonte Nova, a presença do MDS foi fundamental para dar visibilidade à realidade enfrentada pela equipe. “A visita do MDS na nossa cozinha foi de suma importância, porque através desta ação eles puderam ver a nossa realidade, as dificuldades que temos aqui, além disso é uma forma de mostrarmos na prática que precisamos de mais apoio da parte do MDS para dar continuidade a esse projeto tão bonito, que é o das cozinhas solidárias.” Joseilma destacou que, apesar da estrutura simples, o trabalho é realizado com dedicação. “É uma cozinha humilde, simples, mas a gente faz tudo de coração, com muito amor. Queremos crescer e contribuir para mais famílias em situação de vulnerabilidade social. Esperamos mais visitas como esta”, concluiu. Visitas  As atividades compõem o processo de monitoramento e fortalecimento do Programa Cozinha Solidária, executado no âmbito da  Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Governo do Brasil. Os resultados alcançados pelo programa, que já apoia 410 cozinhas solidárias por todo país, reforça a importância de políticas públicas estruturadas e articuladas com organizações da sociedade civil.

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MCP promove roda de conversa sobre direito à alimentação no bairro do Cordeiro

O Movimento Camponês Popular (MCP) realizou, nesta quinta-feira (22), uma roda de conversa na Cozinha Solidária MCP Cordeiro, em Recife, para debater o Direito Humano à Alimentação Adequada e a Vivência das Mulheres Diante da Fome. A atividade aconteceu na Comunidade do Sítio dos Pimentas e reuniu cerca de 20 participantes. O encontro abriu espaço para o diálogo sobre insegurança alimentar, divisão do trabalho doméstico e responsabilidade coletiva no enfrentamento da fome. Durante a conversa, relatos evidenciaram que, em situações de escassez, o cuidado com a alimentação recai majoritariamente sobre as mulheres, que muitas vezes deixam de comer para garantir o alimento de outras pessoas da família. A participação de homens no debate ampliou a reflexão sobre corresponsabilização e a necessidade de compartilhar o cuidado com a comida dentro dos lares. Para a mediadora Sandra Hortêncio, a Cozinha Solidária vai além da distribuição de alimentos. “É um espaço de organização popular, formação política e defesa de direitos”, destacou. A atividade foi encerrada com a partilha do alimento, reafirmando o princípio que orienta as Cozinhas Solidárias do MCP de que comida não é favor, é direito, e o combate à fome se constrói coletivamente.

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Cozinha Solidária Sabores do Campo distribui 250 refeições em ação de Natal em Catalão

A Cozinha Solidária Popular Sabores do Campo realizou, neste sábado, (13) uma ação especial de encerramento das atividades de 2025 em Catalão, Goiás. Marcada pelo espírito natalino e pela valorização do trabalho coletivo, a iniciativa garantiu a distribuição de 250 refeições gratuitas para a população em situação de vulnerabilidade social. Além da oferta de alimentos, a ação teve como destaque a realização de uma roda de conversa com as mulheres voluntárias que atuam ao longo do ano na cozinha solidária. O encontro foi pensado como um momento de escuta, troca e reconhecimento, fortalecendo os vínculos entre as participantes e reafirmando a importância do trabalho coletivo. Integrante da Cozinha Solidária Sabores do Campo, Marivalda Aparecida dos Santos explicou que o almoço marcou o encerramento das atividades de 2025 e foi organizado como um gesto de gratidão. “A gente fez o último almoço do ano em celebração ao Natal. Começamos com uma roda de conversa com as mulheres e entregamos uma lembrancinha para cada uma, como forma de gratidão pelo trabalho voluntário que elas fazem durante todo o ano, sempre com muito amor e carinho”, destacou. Segundo Marivalda Aparecida dos Santos, a recepção do público foi extremamente positiva. “Todo mundo ficou muito satisfeito. Foi um momento bonito, a comida estava maravilhosa, bem feita e preparada com muito cuidado”, afirmou. A iniciativa reforça o papel da Cozinha Solidária Popular Sabores do Campo como um espaço de segurança alimentar, acolhimento e fortalecimento comunitário, evidenciando que o trabalho desenvolvido vai além da distribuição de refeições, promovendo também reconhecimento, pertencimento e valorização das pessoas envolvidas.

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Cozinha Solidária MCP Cordeiro promove oficina sobre campesinato e combate à fome  

A Cozinha Solidária MCP Cordeiro realizou, nesta sexta-feira, (12), uma oficina formativa na Escola Própria do Quilombo 7 Mucambos, em Recife. A atividade reuniu cerca de 25 participantes em uma roda de diálogo sobre a importância do campesinato e das cozinhas solidárias no enfrentamento à fome e na construção de redes de solidariedade entre o campo e a cidade. Com o tema “A importância do campesinato e das cozinhas solidárias no combate à fome”, o encontro integrou a programação do Festival Boca do Rio, iniciativa que reúne ações simultâneas em diferentes territórios, coordenadas por diferentes entidades populares. Durante a oficina, foram debatidos temas como a valorização do campesinato, a produção de sementes crioulas, a soberania alimentar e o papel estratégico das cozinhas solidárias na organização das comunidades e na garantia do direito à alimentação adequada. Para Maria Gabriela, coordenadora da Cozinha Solidária MCP Cordeiro, a atividade reforça o caráter formativo e político das cozinhas. “A cozinha solidária não é só um espaço de produção de refeições. Ela é um espaço de formação, de troca e de organização popular. Quando a gente fala de campesinato, de sementes crioulas e de alimentação saudável, estamos falando também de autonomia das comunidades e de fortalecer essa ligação entre quem produz no campo e quem se alimenta na cidade”, destacou. Distribuição A Cozinha Solidária MCP Cordeiro atua no Recife com a distribuição de cerca de 1.600 refeições por mês, atendendo famílias em situação de vulnerabilidade social.  Administradas pela Agrobio, as Cozinhas Solidárias em Pernambuco vêm se consolidando como uma estratégia fundamental no enfrentamento à insegurança alimentar, na valorização da agricultura familiar e camponesa e no fortalecimento da organização comunitária. Ao articular produção de alimentos, formação política e solidariedade, essas iniciativas reafirmam o alimento como direito, cultura e ferramenta de transformação social.

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Cozinhas Solidárias reforçam combate à fome e apoio comunitário em Sergipe

As Cozinhas Solidárias de Sergipe têm ampliado sua atuação no enfrentamento à fome e no fortalecimento de ações comunitárias em diferentes regiões do estado. Ao todo, cinco unidades acompanham de perto a realidade de famílias urbanas e rurais, garantindo um conjunto de iniciativas que vai muito além da oferta de refeições prontas. Juntas, elas distribuem cerca de 1.800 refeições por mês, atendendo públicos diversos de mulheres e crianças a camponeses e jovens em situação de vulnerabilidade. No município de Riachão do Dantas, a Cozinha Solidária Dona Zizi se tornou uma referência no combate à fome ao atender cerca de 500 famílias dos territórios de Riachão e Lagarto. Instalada em uma antiga unidade escolar cedida pela comunidade, a cozinha tem atuação fixa e também itinerante, levando refeições ao Centro de Educação de Capoeira, em uma região periférica de Lagarto, onde atende crianças e adolescentes que participam das atividades culturais do espaço. De acordo com o coordenador da unidade, Alexandre Matos, a cozinha funciona no povoado Tanque, entre os dois municípios. “A gente trabalha hoje com em torno de 500 refeições mensais. Fazemos uma ação por semana e atendemos comunidades do município de Lagarto, como o bairro Jardim Campo Novo e a comunidade Campo do Criolo, além de diferentes regiões urbanas e rurais de Riachão”, explica. Alexandre destaca que o trabalho da cozinha vai muito além da entrega de alimentos. “Ela tem uma importância muito grande para o nosso povo porque ajuda no combate à fome de forma incisiva”, afirma. As ações geralmente acontecem no período da noite, momento em que a maioria das famílias estão em casa. A estratégia também permite alcançar pessoas em situação de rua, especialmente nas áreas urbanas. “A gente reúne o pessoal, fornece as refeições e aproveita para bater um papo. Falamos sobre organização comunitária, sobre higiene, damos alguma orientação. Não é só comida: é esperança, é acolhimento.” Segundo ele, a vulnerabilidade aparece tanto nos centros urbanos quanto nas áreas rurais. “Infelizmente, na zona rural também temos pessoas em situação de vulnerabilidade, e nosso papel é chegar até elas”, completa Alexandre Matos. Outras unidades Em Salgado, a Cozinha Solidária Sabores da Serena funciona de segunda a sexta-feira e mantém uma rotina intensa de atividades. Além das 400 refeições mensais distribuídas para moradores em situação de vulnerabilidade, mulheres vítimas de violência e crianças da região, o espaço oferece oficinas de costura, reforço escolar e atividades socioeducativas. A unidade opera em parceria com a Cáritas fortalecendo o vínculo com as políticas públicas locais. A cidade de Umbaúba abriga a Cozinha Solidária Mulheres Camponesas, voltada ao atendimento de jovens e mulheres do campo. Com produção mensal de cerca de 300 refeições, a cozinha está diretamente ligada ao trabalho da agricultura familiar, especialmente à produção de farinha de mandioca e outros derivados, que fazem parte da dinâmica produtiva da comunidade. A unidade mantém uma presença contínua, atendendo regularmente o mesmo número de pessoas e reforçando a autonomia das mulheres envolvidas. Em Estância, a Cozinha Solidária Tropical Sabores da Fonte Nova atende famílias camponesas da zona rural, muitas delas vivendo em condições de vulnerabilidade social. A unidade distribui 200 refeições por mês e desenvolve ações comunitárias que fortalecem a organização territorial, contribuindo para garantir alimentação saudável às famílias que, apesar de viverem no campo, ainda enfrentam dificuldades de acesso a alimentos básicos. Na capital, a Cozinha Solidária Recanto Camponês, localizada em Aracaju, completa o conjunto de iniciativas do estado. Com produção de 400 refeições mensais, a unidade atende famílias de baixa renda, moradores de rua, imigrantes e integra os esforços da rede para ampliar a segurança alimentar nas áreas urbanas da região metropolitana. Segundo a coordenadora-geral das cozinhas, Kauane Santos Batista, o trabalho realizado em Sergipe tem um papel fundamental no cuidado com as comunidades. “As cozinhas atendem mulheres, crianças, camponeses e famílias inteiras. Elas vão muito além do alimento. Oferecem acolhimento, atividades educativas, oficinas e apoio direto às pessoas que mais precisam”, afirma. Para ela, a atuação integrada entre campo e cidade tem fortalecido bem mais que o combate à fome, mas também a construção de redes de solidariedade e autonomia local. Com presença ativa em cinco municípios, as Cozinhas Solidárias de Sergipe são geridas pela Associação Nacional pelo Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO) e seguem consolidando sua importância como ferramentas de inclusão social, apoio comunitário e promoção de segurança alimentar em todo o estado. 

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Cozinhas Solidárias reforçam acesso a alimentação saudável em Pernambuco

Administradas pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO), as Cozinhas Solidárias vêm garantindo o acesso regular a refeições saudáveis para centenas de famílias em situação de vulnerabilidade em Pernambuco. Atualmente, cinco unidades estão em funcionamento no estado, atendendo cerca de 1,4 mil pessoas semanalmente com alimentação preparada a partir de alimentos adquiridos principalmente via Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Segundo Maria Gabriela Freire Lins, coordenadora-geral das cozinhas solidárias em Pernambuco, o abastecimento do PAA, sobretudo de proteínas, tem assegurado um padrão de regularidade, algo fundamental para que o atendimento não seja interrompido. “As cozinhas funcionam de forma contínua e conseguem garantir refeições equilibradas com alimentos que dificilmente chegariam às comunidades a preços acessíveis”, afirma. As unidades em funcionamento atualmente são: Cozinha Solidária Cordeiro (Recife), Cozinha Solidária Afogados (Afogados da Ingazeira), Cozinha Solidária Espaço Verde (Jaboatão dos Guararapes), Cozinha Solidária Afetivas Marmitas Saudáveis (Olinda) e Cozinha Solidária Dom Hélder Câmara (Pedra). Todas funcionam dois dias por semana. Expansão a partir de janeiro De acordo com Maria Gabriela Freire Lins, as cozinhas estão em processo de ampliação da capacidade de produção e atendimento. A partir de dezembro e durante os primeiros meses do próximo ano, a maior parte das unidades vai aumentar o número de marmitas distribuídas e de famílias atendidas. “O objetivo é que mais comunidades possam ter acesso permanente a refeições saudáveis e a alimentos que são, muitas vezes, inviáveis financeiramente para boa parte das famílias atendidas”, explica. A expectativa é que outras localidades possam ser incorporadas ao atendimento. Formação e organização comunitária Além do acesso à alimentação, as cozinhas solidárias da Agrobio se consolidaram como espaços de formação comunitária. A partir deste mês, será iniciado um processo de capacitação conduzido pelas próprias cozinhas, envolvendo militantes, cozinheiras e beneficiários. As formações incluem desde temas ligados ao preparo de alimentos até debates sobre direitos sociais e cidadania. Durante 2024 e 2025, as cozinhas puderam participar de diversas formações oferecidas por parceiros. A exemplo: as três cozinhas que estão na Região Metropolitana do Recife fizeram o curso piloto de cozinhas solidárias, uma parceria do MDS com a Fiocruz. Alguns voluntários, cozinheiras (os) e coordenação de todas as cozinhas participaram das turmas do Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS). As pessoas das cozinhas estão envolvidas também no “Sim, eu posso”, projeto de alfabetização de jovens e adultos (EJA). Para a coordenação, o objetivo central das cozinhas solidárias da Agrobio é aproximar alimentos saudáveis da população mais vulnerável, especialmente nos territórios periféricos e no interior do estado. “Muitas famílias estão expostas à insegurança alimentar e à falta de condições de acesso a refeições mais nutritivas. A cozinha solidária contribui para garantir esse direito básico”, conclui a coordenadora.

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Cozinha Popular do Cerrado distribui refeições e garante alimentação para mais de 600 pessoas na Grande Goiânia

Mais de 600 pessoas foram atendidas neste fim de semana por ações da Cozinha Solidária Popular do Cerrado, que realizou a distribuição gratuita de refeições em Goiânia e Aparecida de Goiânia. A iniciativa reforça o combate à fome na região e fortalece redes comunitárias que já atuam no apoio social. Na capital, a atividade realizada no terreiro de tradição Jeje-Nagô, no Setor Dom Fernando II, serviu aproximadamente 200 refeições em um dia de programação religiosa e cultural. Já na ocupação Alto da Boa Vista, em Aparecida de Goiânia, outras centenas de refeições foram produzidas em parceria com o Movimento dos Trabalhadores por Direitos (MTD), que mantém ações permanentes na região, com distribuição de alimentos nessa ocupação pelo menos duas vezes ao mês. Além disso, no sábado, houve uma nova ação da Cozinha Solidária Popular do Cerrado em parceria com a Associação de Educação, Cultura e Cidadania (ADEC), que também desenvolve atividades voltadas à comunidade em situação de vulnerabilidade, principalmente em períodos de maior circulação de famílias, e que também está ligada a atividades de cunho religioso. Segundo Jeancarlos Oliveira, coordenador-geral das Cozinhas em Goiás, as ações seguem um modelo comunitário que une solidariedade, cultura e alimentação. “Esses espaços já possuem uma dinâmica própria de acolhimento e organização comunitária, onde a alimentação cumpre papel central”, afirma. Administrada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO), a Cozinha Solidária Popular do Cerrado segue articulando parcerias com movimentos sociais e coletivos urbanos para garantir o acesso regular a refeições e fortalecer a segurança alimentar na Grande Goiânia.

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