Rede Sementes da Vida

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Rede Sementes da Vida avança em Pernambuco com diagnóstico de famílias agricultoras em Tracunhaém

Dando continuidade às ações do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil, a equipe técnica realizou, entre os dias 16 e 21 de março, o diagnóstico ambiental em propriedades de famílias agricultoras beneficiárias do programa Da Terra à Mesa, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Marcando mais uma etapa no avanço do projeto no estado, as atividades envolveram dez famílias dos assentamentos de Reforma Agrária Penedinho e Chico Mendes I. O projeto entra agora em uma etapa estratégica, após a conclusão do cadastramento das famílias. O diagnóstico consiste em um processo detalhado de escuta e levantamento de informações junto aos agricultores, contemplando os eixos social, administrativo, produtivo e ambiental. Entre os aspectos analisados estão a agrobiodiversidade existente nos territórios, características do relevo, clima, tipo de solo, intensidade dos ventos e a definição das áreas destinadas à implantação dos corredores agroecológicos. Outro ponto fundamental dessa etapa é o georreferenciamento das propriedades, incluindo a delimitação das parcelas, da sede dos sítios e das áreas planejadas para os corredores agroecológicos. Essas informações são essenciais para orientar, de forma técnica e participativa, as próximas ações do projeto nos territórios. Ao integrar planejamento técnico, participação social e respeito às características dos territórios, o Rede Sementes da Vida contribui para a construção de sistemas produtivos mais sustentáveis e resilientes conectando biodiversidade, produção e qualidade de vida no campo. Da Terra à Mesa O Rede Sementes da Vida integra a iniciativa Da Terra à Mesa Brasil, programa do Governo Federal que busca o fortalecimento da agricultura familiar e produção de sementes crioulas, aproximando quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, criando pontes entre políticas públicas, agroecologia e segurança alimentar. No âmbito do programa, o projeto reúne organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma ampla articulação nacional. A iniciativa, executada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) em parceria com a ACCAPE e o MCP,  é construída em parceria com o Governo Federal, por meio  do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e representa mais um avanço importante para o fortalecimento da agroecologia popular e da agricultura camponesa.

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Equipes do MDS e MCP visitam Cozinhas Solidárias em Sergipe e reforçam diálogo com territórios

Sergipe recebeu, dos dias 9 a 13 de fevereiro, uma série de visitas técnicas a cozinhas solidárias apoiadas pelo Programa Cozinha Solidária, uma iniciativa do Governo do Brasil, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que tem como objetivo fornecer alimentação gratuita e de qualidade à população, preferencialmente às pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, incluída a população em situação de rua e em insegurança alimentar e nutricional. A visita envolveu representantes das Entidades Gestoras, credenciadas pelo programa para atuar na região que são  a Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) e o Movimento Camponês Popular (MCP). A agenda percorreu Aracaju, Umbaúba, Lagarto, Salgado e Estância.  As cozinhas solidárias em funcionamento nesses municípios atende, desde população em situação de rua na capital até comunidades quilombolas e mulheres camponesas na zona rural em situação de insegurança alimentar. Com o objetivo de acompanhar a execução das atividades, dialogar com as coordenações locais e conhecer de perto os desafios enfrentados pelas equipes, as visitas foram conduzidas pelas técnicas em políticas sociais do MDS, Bianca da Rocha Frota e Paula Bernardes Machado e pelos dirigentes do MCP, Kauane Batista, Ana Maria Guimarães e Alexandre Matos. Para Joseilma Menezes Santos, coordenadora da Cozinha Tropical Sabores da Fonte Nova, a presença do MDS foi fundamental para dar visibilidade à realidade enfrentada pela equipe. “A visita do MDS na nossa cozinha foi de suma importância, porque através desta ação eles puderam ver a nossa realidade, as dificuldades que temos aqui, além disso é uma forma de mostrarmos na prática que precisamos de mais apoio da parte do MDS para dar continuidade a esse projeto tão bonito, que é o das cozinhas solidárias.” Joseilma destacou que, apesar da estrutura simples, o trabalho é realizado com dedicação. “É uma cozinha humilde, simples, mas a gente faz tudo de coração, com muito amor. Queremos crescer e contribuir para mais famílias em situação de vulnerabilidade social. Esperamos mais visitas como esta”, concluiu. Visitas  As atividades compõem o processo de monitoramento e fortalecimento do Programa Cozinha Solidária, executado no âmbito da  Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Governo do Brasil. Os resultados alcançados pelo programa, que já apoia 410 cozinhas solidárias por todo país, reforça a importância de políticas públicas estruturadas e articuladas com organizações da sociedade civil.

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Rede Sementes da Vida fortalece agroecologia no Semiárido com formação em corredores agroecológicos

Com uma programação que aliou teoria e prática, o projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil realizou, nos dias 24 e 25 de janeiro, uma Formação em Corredores Agroecológicos, reunindo agricultores, lideranças comunitárias e representantes de associações do Sertão de Pernambuco e da Paraíba. Segundo a Agente de Transição Agroecológica Anna Clara Nery Junquilho, a formação foi pensada para promover reflexão, troca de experiências e aplicação prática dos conhecimentos. “A programação incluiu a apresentação do Movimento Camponês Popular (MCP), do projeto Rede Sementes da Vida e de políticas públicas voltadas à agricultura familiar, além do debate sobre o conceito de corredores agroecológicos e seu papel na restauração de paisagens, na conservação da biodiversidade e no fortalecimento dos sistemas agrícolas camponeses”, explicou. Da Terra à Mesa Como parte da integração dos participantes às políticas públicas federais, a equipe iniciou o cadastramento de famílias no programa Da Terra à Mesa Brasil, ampliando o acesso a instrumentos de apoio à produção de alimentos saudáveis. A formação também contou com atividades práticas em campo, permitindo que agricultores e agricultoras aplicassem técnicas de manejo, plantio diversificado e recuperação de áreas produtivas. Participação O primeiro dia de atividades aconteceu em Itapetim, no Sítio Lagoa de Dentro, contemplando a regional do Sertão do Pajeú. Participaram agricultores de Itapetim, Afogados da Ingazeira e São José do Egito, além de representantes dos municípios paraibanos de Congo, Sumé e Livramento, ampliando o alcance interestadual da iniciativa. No dia 25, a formação foi realizada em Sertânia, na sede da Associação do Maxixe (APROMAX), espaço onde ocorreu a etapa teórica da atividade, abrangendo a regional do Sertão do Moxotó. A articulação local contou com o protagonismo do presidente da Associação, Erisvelton Freire, e da agricultora Joana Dark, referência na construção de corredores agroecológicos na região do Moxotó e guardiã de sementes crioulas. Juntos, eles mobilizaram agricultores, lideranças e a Fundação Terra para participarem do encontro, que reuniu representantes de Sertânia, Arcoverde, Ibimirim e Iguaraci, além de associações locais, fortalecendo o diálogo entre agroecologia, sociedade civil e poder público. A iniciativa faz parte do programa Da Terra à Mesa, do Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), reunindo organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma articulação nacional voltada ao fortalecimento da agricultura familiar, da produção de sementes crioulas e da agroecologia popular. A atividade foi realizada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio), em parceria com a Associação dos Camponeses e Camponesas de Pernambuco (ACCAPE) e o Movimento Camponês Popular (MCP), com apoio de agricultores e agricultoras locais e de instituições parceiras dos territórios e integra o projeto Rede Sementes da Vida. 

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Projeto Rede Sementes da Vida recebe veículo para fortalecer ações agroecológicas em Pernambuco e Paraíba

A equipe do projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil recebeu, neste mês de janeiro, um veículo que irá fortalecer a execução das atividades de campo junto a agricultores e agricultoras dos territórios atendidos em Pernambuco e na Paraíba. O carro, um Fiat Mobi 1.0, passa a integrar a estrutura de apoio às ações desenvolvidas pela Associação dos Camponeses e Camponesas de Pernambuco (ACCAPE), celebrando o Termo de Atuação em rede n° 009/2025 e compondo a equipe do projeto.  O novo veículo vai viabilizar e ampliar o trabalho de campo, considerado fundamental para o desenvolvimento do projeto, como a realização de visitas técnicas, o cadastramento de agricultores e agricultoras na plataforma Terra à Mesa, a elaboração do diagnóstico inicial, além da implementação e do acompanhamento dos corredores agroecológicos nos territórios. Além disso, o carro também dará suporte às ações de formação e capacitação dentro da temática dos corredores agroecológicos, realizadas diretamente nas comunidades rurais, fortalecendo os processos de transição agroecológica e a valorização das sementes crioulas. Da Terra à Mesa O Rede Sementes da Vida integra a iniciativa Da Terra à Mesa Brasil, programa do Governo Federal que busca o fortalecimento da agricultura familiar e produção de sementes crioulas, aproximando quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, criando pontes entre políticas públicas, agroecologia e segurança alimentar. No âmbito do programa, o projeto reúne organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma ampla articulação nacional. A iniciativa, executada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) é construída em parceria com o Governo Federal, por meio  do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e representa mais um avanço importante para o fortalecimento da agroecologia popular e da agricultura camponesa.

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Com formação técnica e mutirão de implantação, Rede Sementes da Vida fortalece corredores agroecológicos no Sertão do Araripe

A equipe do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil promoveu, no Sertão do Araripe, atividades que conectaram teoria, prática comunitária e fortalecimento das redes locais de produção de alimentos saudáveis. A iniciativa, que aconteceu nos municípios de Santa Cruz, Ouricuri, Trindade e Exu (PE) envolveu agricultores e agricultoras locais e foi desenvolvida em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP), Associação dos Camponeses e Camponesas do Estado de Pernambuco (ACCAPE), Pró Semeia e Secretaria de Agricultura de Santa Cruz (PE).  O curso foi ministrado pela  Agente de Transição Agroecológica do Projeto, Anna Clara Nery Junquilho e Lara Heloísa Mendonça Rebonato, da Pró Semeia com o apoio dos articuladores locais Francisco de Assis da Mato Bezerra de Ouricuri e Yala Vieira Gomes de Santa Cruz. No primeiro dia de atividades, os participantes se reuniram no auditório da Secretaria Municipal de Agricultura no município de Santa Cruz para a etapa teórica da formação em corredores agroecológicos. A ação incluiu rodas de conversa, troca de saberes e a elaboração coletiva de um guia para a implantação do corredor agroecológico. Segundo Anna Clara Nery Junquilho, “a formação teórica é fundamental para que todos compreendam os princípios, visualizem a área e decidam juntos o melhor arranjo de espécies. O corredor agroecológico não é só uma técnica, é uma construção comunitária que conecta pessoas, sementes e territórios. Além disso, o grupo elaborou croquis dos corredores agroecológicos por municípios, em que cada município fez o seu próprio croqui com a ajuda da equipe técnica sobre quais espécies de interesse pelo agricultor podem ser consorciadas”, explicou. Atividades práticas No segundo dia de atividades, a equipe reuniu-se com participantes no Assentamento Maria Luzia, na casa da agricultora Antônia Nelza dos Santos, onde foi realizado o mutirão de implantação do novo corredor agroecológico. A área já havia sido preparada previamente, o que permitiu que a prática avançasse com foco na semeadura direta e no alinhamento das espécies nativas e alimentares definidas no planejamento. Para Anna Clara Junquilho, o momento do mutirão sintetiza o espírito do projeto. “Quando chegamos à prática, vemos o quanto a teoria ganha vida. É a comunidade colocando a mão na terra, fortalecendo vínculos e criando um corredor que vai beneficiar o ambiente, a produção de alimentos e o modo de vida camponês. Isso só é possível com organização e compromisso coletivo”, afirma. Sobre o projeto O projeto Rede Sementes da Vida integra a iniciativa Da Terra à Mesa, um programa do governo federal por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que visa conectar quem produz alimentos saudáveis no campo com quem os consome nas cidades. Executora do projeto, a Agrobio é uma organização de sociedade civil com vasta experiência na promoção da agroecologia e no desenvolvimento de projetos que aliam geração de renda à conservação da agrobiodiversidade. 

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Da Terra à Mesa: Agrobio apresenta resultados do projeto Rede Sementes da Vida

Executora do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil, a Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) participou, na última sexta-feira (17), do 1º Seminário de Monitoramento do Edital Da Terra à Mesa, realizado em Juazeiro (BA), durante o 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA). O objetivo foi avaliar o primeiro ano de execução dos projetos apoiados pelo edital, que fomenta iniciativas voltadas à transição agroecológica, ao fortalecimento da agricultura familiar e à ampliação do acesso a alimentos saudáveis e sustentáveis. Durante o seminário, a presidente da Agrobio, Vanilda Ferreira, e o coordenador-geral do projeto, Murillo Notine, apresentaram um balanço das ações desenvolvidas pela instituição, destacando os avanços alcançados na promoção da agrobiodiversidade, na formação de agentes populares de transição agroecológica e na consolidação de parcerias entre Estado e sociedade civil. Sobre o projeto, entre os resultados mais expressivos estão a estruturação de corredores agroecológicos, a implantação de biofábricas e casas de sementes e a criação de Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS). Também destaca-se a formação de  jovens e mulheres como agentes populares de transição agroecológica um passo importante para ampliar o protagonismo feminino e juvenil nas práticas sustentáveis do campo. Outro marco relevante foi o Encontro Nacional da Rede Sementes da Vida, realizado em Luziânia (GO), que reuniu equipes técnicas, agricultores e parceiros para alinhar estratégias e planejar as próximas etapas do projeto. Até o momento, 50% dos cadastros previstos já foram concluídos, acompanhados da estruturação de escritórios regionais e da consolidação de equipes técnicas multidisciplinares. Apresentado no seminário como uma das experiências de maior abrangência territorial do programa Da Terra à Mesa, o projeto Rede Sementes da Vida atua em múltiplos biomas brasileiros, promovendo o resgate e a multiplicação de sementes crioulas, o uso de bioinsumos e a valorização dos saberes camponeses. Seu foco está em fortalecer a autonomia das famílias agricultoras e a diversidade produtiva local, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas e o enfrentamento da fome. “O Rede Sementes da Vida é mais do que uma ação técnica; é um movimento político de vida. Nosso trabalho protege a agrobiodiversidade, valoriza os saberes camponeses e constrói um novo modelo de produção e abastecimento no Brasil, baseado na justiça social e na sustentabilidade”, afirmou Murillo Notine. Agrobio Com sede em Goiás e atuação em diversos estados, entre eles Pará, Pernambuco, Maranhão, Piauí, Sergipe, Bahia e Minas Gerais, a Agrobio foi fundada em 1994 e consolidou-se como referência no fortalecimento de redes agroecológicas, na produção de sementes nativas e crioulas e na restauração de áreas degradadas. Ao longo de três décadas, a organização vem articulando comunidades rurais, cooperativas e movimentos sociais em torno da agrobiodiversidade e da soberania alimentar. Para ampliar sua capilaridade e a articulação entre comunidades, a Agrobio executa o projeto em rede com diversas organizações parceiras, entre elas ACCAPE, ACCASE, ANAMAPAV, ACEPIBA, CAAEGO e ACAMPONESA, que fortalecem a presença territorial e o intercâmbio de conhecimentos em diferentes regiões do país. O Rede Sementes da Vida integra a iniciativa Da Terra à Mesa Brasil, programa do governo federal que busca aproximar quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, criando pontes entre políticas públicas, agroecologia e segurança alimentar. O encontro reuniu representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da Secretaria-Geral da Presidência da República e de organizações da sociedade civil de todo o país.

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ACCAPE – Associação de Camponesas e Camponeses de Pernambuco

AACCAPE tem por objetivo defender, organizar, formar e articular camponeses e camponesas principalmente em torno da defesa das sementes crioulas, da soberania alimentar, do empoderamento feminino no campo, da qualidade de vida no campo e da agroecologia. Lutamos para promover o desenvolvimento social e econômico de comunidades e dos/as trabalhadores/as rurais dos entornos. Com isso em mente, a ACCAPE já mobilizou e organizou diversas pessoas do campo em prol de uma produção agroecológica, que gere autonomia camponesa, empoderamento camponês e aumento da renda. Em Pernambuco, apesar de nos formalizarmos somente em 2023, iniciamos o ano de 2018 com a realização do primeiro Encontro Regional e distribuição de sementes no sertão do Pajeú. Em 2019 iniciamos um processo de ampliação dos grupos em diferentes territórios e regiões do estado. Com o aumento da fome durante a pandemia, as famílias camponesas se debruçaram sobre a ampliação da produção de alimentos saudáveis e acessíveis, mas se viu a necessidade de ampliar os grupos de produção de comida saudável a partir dos territórios em que a Associação atua. Portanto, é necessário se debruçar na formação camponesa para melhoria e aumento da produção de alimentos saudáveis. Atualmente, Associação está na Região da Mata, no Agreste e no Sertão de Pernambuco, realizando o trabalho de base nas seguintes cidades: Recife, Vitória de Santo Antão, Tracunhaém, Palmares, Bonito, Garanhuns, Saloá, Bom Conselho, Sertânia, Afogados da Ingazeira, Custódia e Iguaracy. Os/as camponenses/as destes territórios sobrevivem, em grande parte, da agricultura agroecológica, com o plantio de algodão, gergelim, milho, feijão da região, hortaliças, frutas, além da criação animal.

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