Rede Sementes da Vida

Author name: Thaís Souza

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Equipes do MDS e MCP visitam Cozinhas Solidárias em Sergipe e reforçam diálogo com territórios

Sergipe recebeu, dos dias 9 a 13 de fevereiro, uma série de visitas técnicas a cozinhas solidárias apoiadas pelo Programa Cozinha Solidária, uma iniciativa do Governo do Brasil, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que tem como objetivo fornecer alimentação gratuita e de qualidade à população, preferencialmente às pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, incluída a população em situação de rua e em insegurança alimentar e nutricional. A visita envolveu representantes das Entidades Gestoras, credenciadas pelo programa para atuar na região que são  a Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) e o Movimento Camponês Popular (MCP). A agenda percorreu Aracaju, Umbaúba, Lagarto, Salgado e Estância.  As cozinhas solidárias em funcionamento nesses municípios atende, desde população em situação de rua na capital até comunidades quilombolas e mulheres camponesas na zona rural em situação de insegurança alimentar. Com o objetivo de acompanhar a execução das atividades, dialogar com as coordenações locais e conhecer de perto os desafios enfrentados pelas equipes, as visitas foram conduzidas pelas técnicas em políticas sociais do MDS, Bianca da Rocha Frota e Paula Bernardes Machado e pelos dirigentes do MCP, Kauane Batista, Ana Maria Guimarães e Alexandre Matos. Para Joseilma Menezes Santos, coordenadora da Cozinha Tropical Sabores da Fonte Nova, a presença do MDS foi fundamental para dar visibilidade à realidade enfrentada pela equipe. “A visita do MDS na nossa cozinha foi de suma importância, porque através desta ação eles puderam ver a nossa realidade, as dificuldades que temos aqui, além disso é uma forma de mostrarmos na prática que precisamos de mais apoio da parte do MDS para dar continuidade a esse projeto tão bonito, que é o das cozinhas solidárias.” Joseilma destacou que, apesar da estrutura simples, o trabalho é realizado com dedicação. “É uma cozinha humilde, simples, mas a gente faz tudo de coração, com muito amor. Queremos crescer e contribuir para mais famílias em situação de vulnerabilidade social. Esperamos mais visitas como esta”, concluiu. Visitas  As atividades compõem o processo de monitoramento e fortalecimento do Programa Cozinha Solidária, executado no âmbito da  Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Governo do Brasil. Os resultados alcançados pelo programa, que já apoia 410 cozinhas solidárias por todo país, reforça a importância de políticas públicas estruturadas e articuladas com organizações da sociedade civil.

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Assistência técnica agroecológica impulsiona produção de alimentos saudáveis em Minas Gerais

Em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP), o projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil, segue avançando no Vale do Aço, em Minas Gerais, por meio do cadastramento de famílias agricultoras e da oferta de assistência técnica produtiva com base nos princípios da agroecologia. As ações estão sendo desenvolvidas nos municípios de Periquito, Bugre, Iapu, Ipaba, Belo Oriente, Santana do Paraíso, Entre Folhas, Vargem Alegre, Ipatinga, Naque e Pingo d’Água, envolvendo agricultoras e agricultores familiares que constroem, diariamente, sistemas produtivos, a soberania alimentar e a conservação da biodiversidade local. Até o momento, 38 famílias agricultoras já foram cadastradas no âmbito do projeto. O cadastramento faz parte da estratégia de fortalecimento da agricultura familiar e de ampliação das ações de transição agroecológica na região. As visitas técnicas estão sendo realizadas pelo engenheiro agrônomo e Agente de Transição Agroecológica José Wilson Ferreira Bispo, em conjunto com a Agente Popular de Transição Agroecológica Mariana Aparecida Martins. Durante os encontros nas propriedades, além do cadastro das famílias, são promovidas orientações técnicas produtivas, respeitando as especificidades de cada território, os saberes locais e a diversidade dos sistemas agrícolas. Entre os principais temas trabalhados estão o manejo agroecológico na produção de hortaliças e frutas, o fortalecimento de sistemas produtivos diversificados, além de orientações voltadas à comercialização da produção e à gestão financeira das unidades familiares. As ações buscam ampliar a autonomia econômica das famílias agricultoras e fortalecer circuitos curtos de comercialização de alimentos saudáveis. Sobre o Projeto O Rede Sementes da Vida é uma iniciativa voltada ao fortalecimento da agricultura camponesa, da agroecologia e da produção de sementes crioulas. O projeto integra o programa Da Terra à Mesa, do Governo Federal, que busca aproximar quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, promovendo segurança alimentar, soberania alimentar e desenvolvimento territorial sustentável. Executado pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio), o projeto é desenvolvido em oito estados brasileiros, em parceria com diversas associações.

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Equipes do Projeto Bioca realizam visitas técnicas aos SAFs no Nordeste Goiano

Com o objetivo de avaliar o desenvolvimento das mudas, orientar as famílias agricultoras e ajustar os manejos diante das condições climáticas, as equipes técnicas do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (Bioca) intensificaram, no mês de janeiro, as visitas técnicas e mutirões de acompanhamento aos Sistemas Agroflorestais (SAFs) implantados em diferentes territórios do Nordeste Goiano. As atividades envolveram os técnicos de campo e mobilizadores locais, reforçando o compromisso do projeto com os territórios tradicionais e com a agroecologia como estratégia de restauração produtiva. Entre as ações realizadas, destacam-se visitas aos SAFs em Guarani de Goiás, Simolândia, Alvorada do Norte, Buritinópolis, Divinópolis de Goiás, Cavalcante e Monte Alegre de Goiás. Para a mobilizadora, Mariene Pereira de Sousa, o acompanhamento é fundamental para a efetividade das ações. “As visitas foram feitas às famílias que implementaram os primeiros SAFs, para observarmos como está o cuidado com as sementes, se houve boa germinação e quais mudas se adaptaram ao solo”, explica. Mariene Sousa explicou ainda que o processo vai além da verificação técnica e envolve diálogo com as famílias camponesas. “Além de ir a campo ver se SAF está sendo implementado conforme o projeto, é uma oportunidade de dialogarmos com as famílias envolvidas e deste modo fortalecer essas famílias que estão construindo a agroecologia no território. Com os SAFs, as famílias estão plantando milho crioulo, feijão, sementes de adubação verde como crotalária, girassol e guandu. Essas plantas ajudam a proteger o solo, melhorar a fertilidade e fortalecer o sistema como um todo”, detalha Mariene. Além do acompanhamento dos sistemas já implantados, o mês de janeiro também marcou a implantação de novos SAFs em Divinópolis de Goiás, ampliando o alcance territorial do projeto e garantindo a continuidade das ações. Parceria As atividades de visita de campo foram realizadas em parceria com o Movimento Camponês Popular de Goiás (MCP-GO), organização que atua diretamente junto às famílias camponesas e comunidades tradicionais do território. A participação do movimento foi fundamental para garantir a mobilização local, o diálogo com as famílias e a implementação dos Sistemas Agroflorestais a partir dos princípios da agroecologia, respeitando os modos de vida, os saberes populares e as estratégias coletivas de cuidado com a terra e de fortalecimento da soberania alimentar.

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Comunidade quilombola de Bujaru inicia ações de implantação dos corredores agroecológicos e recebe sementes crioulas

A Comunidade Quilombola São Judas Tadeu, no município de Bujaru (PA), iniciou as ações de implementação dos corredores agroecológicos a partir do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil. A iniciativa marca um passo importante para o fortalecimento da agroecologia no território, com foco na valorização dos saberes tradicionais, na conservação da agrobiodiversidade e na promoção da soberania alimentar. A agenda incluiu a apresentação do projeto à comunidade e o início do diálogo para a implantação dos corredores agroecológicos, estratégia que busca integrar áreas produtivas, conservar a biodiversidade local e fortalecer a produção de alimentos saudáveis. Como parte das atividades, a equipe do projeto realizou visitas a agricultoras e agricultores que irão integrar as ações, promovendo a escuta sobre o território, os modos de produção existentes e as perspectivas para a construção coletiva dos corredores. Em articulação com essas ações, agricultoras e agricultores familiares da comunidade também receberam sementes crioulas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA Sementes), do Governo Federal. A entrega contribui para o fortalecimento dos sistemas produtivos tradicionais, amplia a autonomia das famílias e reafirma o compromisso com a conservação da biodiversidade e o uso de sementes adaptadas ao território. O encontro consolidou um espaço de troca de saberes, fortalecimento comunitário e articulação territorial, reafirmando a agroecologia como um caminho estratégico para a autonomia dos povos quilombolas, a proteção dos ecossistemas e a promoção da soberania alimentar na região.

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Projeto Rede Sementes da Vida é apresentado a famílias camponesas e quilombolas em Lagarto

Uma ação realizada pelo Movimento Camponês Popular (MCP) de Sergipe e pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO) marcou, neste domingo (25), a apresentação do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil a famílias camponesas e quilombolas do município de Lagarto, no Sertão Ocidental de Sergipe. A iniciativa integra o edital Da Terra à Mesa Brasil e irá atender diretamente unidades familiares da região, com ações voltadas à produção agroecológica e ao fortalecimento das sementes crioulas. Durante a atividade, os participantes conheceram o planejamento para a implantação de um corredor agroecológico no território. A proposta é que esse corredor funcione como um polo irradiador de práticas agroecológicas, sendo posteriormente multiplicado nas unidades familiares atendidas pelo projeto, sempre levando em consideração as necessidades, os saberes tradicionais e as potencialidades produtivas de cada família. De acordo com o agente de Transição Agroecológica do projeto em Sergipe e integrante do MCP, Luiz Fernando Santos de Jesus, a iniciativa representa um passo concreto para o fortalecimento da agricultura camponesa no estado. “A ideia do corredor agroecológico é criar um espaço de referência, onde as famílias possam trocar experiências, fortalecer a produção de sementes crioulas e avançar na transição agroecológica de forma coletiva e organizada”, destacou. Parceria A atividade contou com o apoio da Cozinha Solidária Dona Zizi, que garantiu alimentação saudável e agroecológica para cerca de 70 participantes. A ação reforça o papel dos movimentos sociais na construção e no fortalecimento de políticas públicas voltadas à soberania alimentar, à agroecologia e à valorização dos territórios camponeses e tradicionais. Sobre o Projeto O Rede Sementes da Vida é uma iniciativa de alcance nacional voltada ao fortalecimento da agricultura camponesa, da agroecologia e da produção de sementes crioulas. O projeto integra o programa Da Terra à Mesa Brasil, do Governo Federal, que busca aproximar quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, promovendo segurança alimentar, soberania alimentar e desenvolvimento territorial sustentável. Executado pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio), o projeto é desenvolvido em oito estados brasileiros, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). A iniciativa articula organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma rede nacional, fortalecendo práticas agroecológicas, a valorização dos saberes tradicionais e a autonomia produtiva das famílias camponesas e quilombolas.

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Rede Sementes da Vida fortalece agroecologia no Semiárido com formação em corredores agroecológicos

Com uma programação que aliou teoria e prática, o projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil realizou, nos dias 24 e 25 de janeiro, uma Formação em Corredores Agroecológicos, reunindo agricultores, lideranças comunitárias e representantes de associações do Sertão de Pernambuco e da Paraíba. Segundo a Agente de Transição Agroecológica Anna Clara Nery Junquilho, a formação foi pensada para promover reflexão, troca de experiências e aplicação prática dos conhecimentos. “A programação incluiu a apresentação do Movimento Camponês Popular (MCP), do projeto Rede Sementes da Vida e de políticas públicas voltadas à agricultura familiar, além do debate sobre o conceito de corredores agroecológicos e seu papel na restauração de paisagens, na conservação da biodiversidade e no fortalecimento dos sistemas agrícolas camponeses”, explicou. Da Terra à Mesa Como parte da integração dos participantes às políticas públicas federais, a equipe iniciou o cadastramento de famílias no programa Da Terra à Mesa Brasil, ampliando o acesso a instrumentos de apoio à produção de alimentos saudáveis. A formação também contou com atividades práticas em campo, permitindo que agricultores e agricultoras aplicassem técnicas de manejo, plantio diversificado e recuperação de áreas produtivas. Participação O primeiro dia de atividades aconteceu em Itapetim, no Sítio Lagoa de Dentro, contemplando a regional do Sertão do Pajeú. Participaram agricultores de Itapetim, Afogados da Ingazeira e São José do Egito, além de representantes dos municípios paraibanos de Congo, Sumé e Livramento, ampliando o alcance interestadual da iniciativa. No dia 25, a formação foi realizada em Sertânia, na sede da Associação do Maxixe (APROMAX), espaço onde ocorreu a etapa teórica da atividade, abrangendo a regional do Sertão do Moxotó. A articulação local contou com o protagonismo do presidente da Associação, Erisvelton Freire, e da agricultora Joana Dark, referência na construção de corredores agroecológicos na região do Moxotó e guardiã de sementes crioulas. Juntos, eles mobilizaram agricultores, lideranças e a Fundação Terra para participarem do encontro, que reuniu representantes de Sertânia, Arcoverde, Ibimirim e Iguaraci, além de associações locais, fortalecendo o diálogo entre agroecologia, sociedade civil e poder público. A iniciativa faz parte do programa Da Terra à Mesa, do Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), reunindo organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma articulação nacional voltada ao fortalecimento da agricultura familiar, da produção de sementes crioulas e da agroecologia popular. A atividade foi realizada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio), em parceria com a Associação dos Camponeses e Camponesas de Pernambuco (ACCAPE) e o Movimento Camponês Popular (MCP), com apoio de agricultores e agricultoras locais e de instituições parceiras dos territórios e integra o projeto Rede Sementes da Vida. 

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Projeto Rede Sementes da Vida recebe veículo para fortalecer ações agroecológicas em Pernambuco e Paraíba

A equipe do projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil recebeu, neste mês de janeiro, um veículo que irá fortalecer a execução das atividades de campo junto a agricultores e agricultoras dos territórios atendidos em Pernambuco e na Paraíba. O carro, um Fiat Mobi 1.0, passa a integrar a estrutura de apoio às ações desenvolvidas pela Associação dos Camponeses e Camponesas de Pernambuco (ACCAPE), celebrando o Termo de Atuação em rede n° 009/2025 e compondo a equipe do projeto.  O novo veículo vai viabilizar e ampliar o trabalho de campo, considerado fundamental para o desenvolvimento do projeto, como a realização de visitas técnicas, o cadastramento de agricultores e agricultoras na plataforma Terra à Mesa, a elaboração do diagnóstico inicial, além da implementação e do acompanhamento dos corredores agroecológicos nos territórios. Além disso, o carro também dará suporte às ações de formação e capacitação dentro da temática dos corredores agroecológicos, realizadas diretamente nas comunidades rurais, fortalecendo os processos de transição agroecológica e a valorização das sementes crioulas. Da Terra à Mesa O Rede Sementes da Vida integra a iniciativa Da Terra à Mesa Brasil, programa do Governo Federal que busca o fortalecimento da agricultura familiar e produção de sementes crioulas, aproximando quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, criando pontes entre políticas públicas, agroecologia e segurança alimentar. No âmbito do programa, o projeto reúne organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma ampla articulação nacional. A iniciativa, executada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) é construída em parceria com o Governo Federal, por meio  do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e representa mais um avanço importante para o fortalecimento da agroecologia popular e da agricultura camponesa.

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ACAMPONESA contrata empresas para fornecimento de insumos e sementes crioulas do Projeto Rede Sementes da Vida

A Associação Camponesa de Agrobiodiversidade e Comida Saudável (ACAMPONESA) iniciou o processo de contratação de empresas para o fornecimento de insumos agrícolas e sementes crioulas destinados à implementação de corredores agroecológicos no âmbito do Projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Biodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil. Entre os itens previstos na contratação estão insumos agrícolas como fosfatado, calcário dolomítico e óleo de neem, além de kits de sementes crioulas diversificadas, compostos por variedades de arroz, feijão, milho crioulo e espécies de adubação verde. Ao todo, serão adquiridos 20 kits de sementes, sendo que cada kit contém quatro quilos de milho crioulo, quatro quilos de feijão de cor e dois quilos de adubação verde, com possibilidade de escolha de até quatro espécies diferentes. A iniciativa busca ampliar a diversidade genética nas áreas produtivas, fortalecer a produção agrícola sustentável e incentivar práticas alinhadas aos princípios da agroecologia, contribuindo para a recuperação de áreas degradadas e para a construção de corredores agroecológicos nos territórios atendidos pelo projeto. A contratação das empresas fornecedoras é fundamental para garantir a execução adequada das atividades previstas no Plano de Trabalho e o alcance dos resultados esperados, especialmente no que diz respeito ao fortalecimento dos corredores agroecológicos e à valorização das sementes crioulas como patrimônio dos povos do campo.

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Rede Sementes da Vida lança TdR para aquisição de insumos e sementes crioulas em Minas Gerais

A Associação Camponesa de Agrobiodiversidade e Comida Saudável (ACAMPONESA) lançou o Termo de Referência nº 02/2025, que orienta a contratação de empresas para o fornecimento de insumos agrícolas e sementes crioulas destinadas à implementação de corredores agroecológicos em Minas Gerais. O documento integra as ações do projeto “Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil”, executado pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO). O Termo de Referência prevê a aquisição de insumos agrícolas, como fosfato, calcário dolomítico e óleo de neem, além da compra de kits de sementes crioulas diversificadas, incluindo variedades de milho crioulo, feijão de cor, arroz, gergelim, girassol e espécies para adubação verde. Ao todo, estão previstos: Esses materiais serão utilizados na implantação de corredores agroecológicos, estratégia que promove a diversificação produtiva, o equilíbrio ecológico, a conservação da biodiversidade e o fortalecimento da autonomia dos agricultores e agricultoras. A entrega dos insumos e sementes ocorrerá na sede da ACAMPONESA, em Ipatinga (MG), de onde os materiais serão distribuídos conforme o cronograma do projeto Da Terra à Mesa. Participação Empresas interessadas em participar do processo de fornecimento devem ser pessoas jurídicas legalmente constituídas, com objeto social compatível, registro ativo e capacidade de emissão de nota fiscal e comprovação de entrega dos produtos. Os principais prazos estabelecidos no Termo de Referência são: O valor estimado da contratação é de R$ 10.512,02, calculado a partir de pesquisa de preços detalhada, conforme anexo do Termo de Referência. O Termo de Referência nº 02/2025 está disponível na íntegra em anexo nesta publicação.

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MCP promove roda de conversa sobre direito à alimentação no bairro do Cordeiro

O Movimento Camponês Popular (MCP) realizou, nesta quinta-feira (22), uma roda de conversa na Cozinha Solidária MCP Cordeiro, em Recife, para debater o Direito Humano à Alimentação Adequada e a Vivência das Mulheres Diante da Fome. A atividade aconteceu na Comunidade do Sítio dos Pimentas e reuniu cerca de 20 participantes. O encontro abriu espaço para o diálogo sobre insegurança alimentar, divisão do trabalho doméstico e responsabilidade coletiva no enfrentamento da fome. Durante a conversa, relatos evidenciaram que, em situações de escassez, o cuidado com a alimentação recai majoritariamente sobre as mulheres, que muitas vezes deixam de comer para garantir o alimento de outras pessoas da família. A participação de homens no debate ampliou a reflexão sobre corresponsabilização e a necessidade de compartilhar o cuidado com a comida dentro dos lares. Para a mediadora Sandra Hortêncio, a Cozinha Solidária vai além da distribuição de alimentos. “É um espaço de organização popular, formação política e defesa de direitos”, destacou. A atividade foi encerrada com a partilha do alimento, reafirmando o princípio que orienta as Cozinhas Solidárias do MCP de que comida não é favor, é direito, e o combate à fome se constrói coletivamente.

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