Rede Sementes da Vida

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BIOCA impulsiona Sistemas Agroflorestais (SAFs) e restauração ambiental no Nordeste Goiano

O engajamento das famílias camponesas na implementação dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) como instrumento de restauração ambiental em áreas de Cerrado apresentam os primeiros resultados e demonstram a relevância do projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA). A iniciativa alia restauração ecológica, soberania alimentar e geração de renda em comunidades do Nordeste Goiano. Segundo o mobilizador do Projeto no território, Elcivaldo Barbosa, o envolvimento das famílias é um indicativo de que a proposta tem sido bem recebida. “As pessoas estão interessadas e acreditando na possibilidade de ter um quintal realmente produtivo e, no futuro, até uma renda extra”, afirmou. O BIOCA está viabilizando a restauração de 200 hectares no Corredor Veadeiros Pouso Alto Kalunga, em Goiás, além da implantação de Sistemas Agroflorestais, pomares agrobiodiversos e corredores agroecológicos. A proposta busca fortalecer cadeias produtivas locais, ampliar a produção para autoconsumo e comercialização, inclusive por meio de políticas públicas como o PAA e o PNAE. Atualmente estão implantados 90 SAFs (cerca de 45 hectares) em diversos municípios do Nordeste Goiano com destaque para as Comunidades Camponesas, Quilombolas e Assentamentos. Ainda o Projeto está viabilizando a restauração ambiental de mais 168 hectares de áreas verdes (APPs e reserva legal) e o cercamento numa parceria com SANEAGO de 2.200 hectares em áreas de mananciais de abastecimento público. O Projeto aposta na capacitação das comunidades para garantir continuidade às ações, associando conservação ambiental, inclusão produtiva e valorização dos saberes tradicionais. Com financiamento da Petrobrás e do BNDES, por meio do edital Corredores de Biodiversidade – Floresta Viva, sob gestão do FUNBIO, o BIOCA é uma iniciativa da AGROBIO.

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Agroecologia e crédito rural impulsionam agricultura familiar em assentamento de Palmares

Com o objetivo de subsidiar a implantação dos Corredores Agroecológicos no Assentamento Eduardo Campos, localizado em Palmares (PE), a equipe do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil, em parceria com representantes de diversas instituições realizou uma capacitação técnica. Os agricultores participaram de uma capacitação dentro do eixo agroecológico, com abordagem de conceitos introdutórios sobre agroecologia, manejo saudável do solo, conservação e uso de sementes crioulas, políticas públicas voltadas à agricultura familiar e as diferenças estruturais entre o modelo agroecológico e o agronegócio convencional. A formação buscou ampliar a compreensão dos assentados sobre sistemas produtivos sustentáveis e fortalecer o processo de transição agroecológica no território, com foco na diversificação da produção e na valorização da agrobiodiversidade local. Ao final da atividade, foram realizadas as assinaturas dos projetos de crédito rural elaborados em visita técnica anterior. O acesso ao financiamento permitirá investimentos na infraestrutura produtiva das parcelas, ampliando as condições para melhoria da produção e geração de renda. Diagnóstico Com a realização de cinco diagnósticos iniciais nas parcelas dos assentados, a equipe deu continuidade ao cadastramento dos agricultores no projeto Rede Sementes da Vida, uma iniciativa do programa Terra à Mesa, do Governo Federal. O instrumento técnico contempla a caracterização ambiental das áreas, levantamento de dados sociais e econômicos, análise da produção agropecuária existente e mapeamento da agrobiodiversidade já presente nas propriedades. O diagnóstico também identifica as variedades que cada agricultor deseja cultivar, permitindo que o planejamento dos corredores agroecológicos seja construído de forma participativa e alinhado à realidade produtiva local. A ação integra políticas públicas articuladas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), o Banco do Brasil e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), por meio dos programas Terra à Mesa e Programa Nacional de Formação em Ater para Assentamentos de Reforma Agrária e Contribuições para Agenda 2030 (Pró – SEMEIA).  Participação Do projeto Rede Sementes da Vida, a atividade contou com a participação da Agente de Transição Agroecológica Anna Clara Nery Junquilho; da técnica-residente Lara Heloísa Mendonça Rebonato, do ProSEMEIA; e da professora de Zootecnia da UFRPE, Janaína Kelli Gomes Arandas.

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Equipes do MDS e MCP visitam Cozinhas Solidárias em Sergipe e reforçam diálogo com territórios

Sergipe recebeu, dos dias 9 a 13 de fevereiro, uma série de visitas técnicas a cozinhas solidárias apoiadas pelo Programa Cozinha Solidária, uma iniciativa do Governo do Brasil, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que tem como objetivo fornecer alimentação gratuita e de qualidade à população, preferencialmente às pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, incluída a população em situação de rua e em insegurança alimentar e nutricional. A visita envolveu representantes das Entidades Gestoras, credenciadas pelo programa para atuar na região que são  a Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) e o Movimento Camponês Popular (MCP). A agenda percorreu Aracaju, Umbaúba, Lagarto, Salgado e Estância.  As cozinhas solidárias em funcionamento nesses municípios atende, desde população em situação de rua na capital até comunidades quilombolas e mulheres camponesas na zona rural em situação de insegurança alimentar. Com o objetivo de acompanhar a execução das atividades, dialogar com as coordenações locais e conhecer de perto os desafios enfrentados pelas equipes, as visitas foram conduzidas pelas técnicas em políticas sociais do MDS, Bianca da Rocha Frota e Paula Bernardes Machado e pelos dirigentes do MCP, Kauane Batista, Ana Maria Guimarães e Alexandre Matos. Para Joseilma Menezes Santos, coordenadora da Cozinha Tropical Sabores da Fonte Nova, a presença do MDS foi fundamental para dar visibilidade à realidade enfrentada pela equipe. “A visita do MDS na nossa cozinha foi de suma importância, porque através desta ação eles puderam ver a nossa realidade, as dificuldades que temos aqui, além disso é uma forma de mostrarmos na prática que precisamos de mais apoio da parte do MDS para dar continuidade a esse projeto tão bonito, que é o das cozinhas solidárias.” Joseilma destacou que, apesar da estrutura simples, o trabalho é realizado com dedicação. “É uma cozinha humilde, simples, mas a gente faz tudo de coração, com muito amor. Queremos crescer e contribuir para mais famílias em situação de vulnerabilidade social. Esperamos mais visitas como esta”, concluiu. Visitas  As atividades compõem o processo de monitoramento e fortalecimento do Programa Cozinha Solidária, executado no âmbito da  Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Governo do Brasil. Os resultados alcançados pelo programa, que já apoia 410 cozinhas solidárias por todo país, reforça a importância de políticas públicas estruturadas e articuladas com organizações da sociedade civil.

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Assistência técnica agroecológica impulsiona produção de alimentos saudáveis em Minas Gerais

Em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP), o projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil, segue avançando no Vale do Aço, em Minas Gerais, por meio do cadastramento de famílias agricultoras e da oferta de assistência técnica produtiva com base nos princípios da agroecologia. As ações estão sendo desenvolvidas nos municípios de Periquito, Bugre, Iapu, Ipaba, Belo Oriente, Santana do Paraíso, Entre Folhas, Vargem Alegre, Ipatinga, Naque e Pingo d’Água, envolvendo agricultoras e agricultores familiares que constroem, diariamente, sistemas produtivos, a soberania alimentar e a conservação da biodiversidade local. Até o momento, 38 famílias agricultoras já foram cadastradas no âmbito do projeto. O cadastramento faz parte da estratégia de fortalecimento da agricultura familiar e de ampliação das ações de transição agroecológica na região. As visitas técnicas estão sendo realizadas pelo engenheiro agrônomo e Agente de Transição Agroecológica José Wilson Ferreira Bispo, em conjunto com a Agente Popular de Transição Agroecológica Mariana Aparecida Martins. Durante os encontros nas propriedades, além do cadastro das famílias, são promovidas orientações técnicas produtivas, respeitando as especificidades de cada território, os saberes locais e a diversidade dos sistemas agrícolas. Entre os principais temas trabalhados estão o manejo agroecológico na produção de hortaliças e frutas, o fortalecimento de sistemas produtivos diversificados, além de orientações voltadas à comercialização da produção e à gestão financeira das unidades familiares. As ações buscam ampliar a autonomia econômica das famílias agricultoras e fortalecer circuitos curtos de comercialização de alimentos saudáveis. Sobre o Projeto O Rede Sementes da Vida é uma iniciativa voltada ao fortalecimento da agricultura camponesa, da agroecologia e da produção de sementes crioulas. O projeto integra o programa Da Terra à Mesa, do Governo Federal, que busca aproximar quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, promovendo segurança alimentar, soberania alimentar e desenvolvimento territorial sustentável. Executado pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio), o projeto é desenvolvido em oito estados brasileiros, em parceria com diversas associações.

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Equipes do Projeto Bioca realizam visitas técnicas aos SAFs no Nordeste Goiano

Com o objetivo de avaliar o desenvolvimento das mudas, orientar as famílias agricultoras e ajustar os manejos diante das condições climáticas, as equipes técnicas do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (Bioca) intensificaram, no mês de janeiro, as visitas técnicas e mutirões de acompanhamento aos Sistemas Agroflorestais (SAFs) implantados em diferentes territórios do Nordeste Goiano. As atividades envolveram os técnicos de campo e mobilizadores locais, reforçando o compromisso do projeto com os territórios tradicionais e com a agroecologia como estratégia de restauração produtiva. Entre as ações realizadas, destacam-se visitas aos SAFs em Guarani de Goiás, Simolândia, Alvorada do Norte, Buritinópolis, Divinópolis de Goiás, Cavalcante e Monte Alegre de Goiás. Para a mobilizadora, Mariene Pereira de Sousa, o acompanhamento é fundamental para a efetividade das ações. “As visitas foram feitas às famílias que implementaram os primeiros SAFs, para observarmos como está o cuidado com as sementes, se houve boa germinação e quais mudas se adaptaram ao solo”, explica. Mariene Sousa explicou ainda que o processo vai além da verificação técnica e envolve diálogo com as famílias camponesas. “Além de ir a campo ver se SAF está sendo implementado conforme o projeto, é uma oportunidade de dialogarmos com as famílias envolvidas e deste modo fortalecer essas famílias que estão construindo a agroecologia no território. Com os SAFs, as famílias estão plantando milho crioulo, feijão, sementes de adubação verde como crotalária, girassol e guandu. Essas plantas ajudam a proteger o solo, melhorar a fertilidade e fortalecer o sistema como um todo”, detalha Mariene. Além do acompanhamento dos sistemas já implantados, o mês de janeiro também marcou a implantação de novos SAFs em Divinópolis de Goiás, ampliando o alcance territorial do projeto e garantindo a continuidade das ações. Parceria As atividades de visita de campo foram realizadas em parceria com o Movimento Camponês Popular de Goiás (MCP-GO), organização que atua diretamente junto às famílias camponesas e comunidades tradicionais do território. A participação do movimento foi fundamental para garantir a mobilização local, o diálogo com as famílias e a implementação dos Sistemas Agroflorestais a partir dos princípios da agroecologia, respeitando os modos de vida, os saberes populares e as estratégias coletivas de cuidado com a terra e de fortalecimento da soberania alimentar.

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Comunidade quilombola de Bujaru inicia ações de implantação dos corredores agroecológicos e recebe sementes crioulas

A Comunidade Quilombola São Judas Tadeu, no município de Bujaru (PA), iniciou as ações de implementação dos corredores agroecológicos a partir do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil. A iniciativa marca um passo importante para o fortalecimento da agroecologia no território, com foco na valorização dos saberes tradicionais, na conservação da agrobiodiversidade e na promoção da soberania alimentar. A agenda incluiu a apresentação do projeto à comunidade e o início do diálogo para a implantação dos corredores agroecológicos, estratégia que busca integrar áreas produtivas, conservar a biodiversidade local e fortalecer a produção de alimentos saudáveis. Como parte das atividades, a equipe do projeto realizou visitas a agricultoras e agricultores que irão integrar as ações, promovendo a escuta sobre o território, os modos de produção existentes e as perspectivas para a construção coletiva dos corredores. Em articulação com essas ações, agricultoras e agricultores familiares da comunidade também receberam sementes crioulas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA Sementes), do Governo Federal. A entrega contribui para o fortalecimento dos sistemas produtivos tradicionais, amplia a autonomia das famílias e reafirma o compromisso com a conservação da biodiversidade e o uso de sementes adaptadas ao território. O encontro consolidou um espaço de troca de saberes, fortalecimento comunitário e articulação territorial, reafirmando a agroecologia como um caminho estratégico para a autonomia dos povos quilombolas, a proteção dos ecossistemas e a promoção da soberania alimentar na região.

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Projeto Rede Sementes da Vida é apresentado a famílias camponesas e quilombolas em Lagarto

Uma ação realizada pelo Movimento Camponês Popular (MCP) de Sergipe e pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO) marcou, neste domingo (25), a apresentação do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil a famílias camponesas e quilombolas do município de Lagarto, no Sertão Ocidental de Sergipe. A iniciativa integra o edital Da Terra à Mesa Brasil e irá atender diretamente unidades familiares da região, com ações voltadas à produção agroecológica e ao fortalecimento das sementes crioulas. Durante a atividade, os participantes conheceram o planejamento para a implantação de um corredor agroecológico no território. A proposta é que esse corredor funcione como um polo irradiador de práticas agroecológicas, sendo posteriormente multiplicado nas unidades familiares atendidas pelo projeto, sempre levando em consideração as necessidades, os saberes tradicionais e as potencialidades produtivas de cada família. De acordo com o agente de Transição Agroecológica do projeto em Sergipe e integrante do MCP, Luiz Fernando Santos de Jesus, a iniciativa representa um passo concreto para o fortalecimento da agricultura camponesa no estado. “A ideia do corredor agroecológico é criar um espaço de referência, onde as famílias possam trocar experiências, fortalecer a produção de sementes crioulas e avançar na transição agroecológica de forma coletiva e organizada”, destacou. Parceria A atividade contou com o apoio da Cozinha Solidária Dona Zizi, que garantiu alimentação saudável e agroecológica para cerca de 70 participantes. A ação reforça o papel dos movimentos sociais na construção e no fortalecimento de políticas públicas voltadas à soberania alimentar, à agroecologia e à valorização dos territórios camponeses e tradicionais. Sobre o Projeto O Rede Sementes da Vida é uma iniciativa de alcance nacional voltada ao fortalecimento da agricultura camponesa, da agroecologia e da produção de sementes crioulas. O projeto integra o programa Da Terra à Mesa Brasil, do Governo Federal, que busca aproximar quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, promovendo segurança alimentar, soberania alimentar e desenvolvimento territorial sustentável. Executado pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio), o projeto é desenvolvido em oito estados brasileiros, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). A iniciativa articula organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma rede nacional, fortalecendo práticas agroecológicas, a valorização dos saberes tradicionais e a autonomia produtiva das famílias camponesas e quilombolas.

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Rede Sementes da Vida fortalece agroecologia no Semiárido com formação em corredores agroecológicos

Com uma programação que aliou teoria e prática, o projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil realizou, nos dias 24 e 25 de janeiro, uma Formação em Corredores Agroecológicos, reunindo agricultores, lideranças comunitárias e representantes de associações do Sertão de Pernambuco e da Paraíba. Segundo a Agente de Transição Agroecológica Anna Clara Nery Junquilho, a formação foi pensada para promover reflexão, troca de experiências e aplicação prática dos conhecimentos. “A programação incluiu a apresentação do Movimento Camponês Popular (MCP), do projeto Rede Sementes da Vida e de políticas públicas voltadas à agricultura familiar, além do debate sobre o conceito de corredores agroecológicos e seu papel na restauração de paisagens, na conservação da biodiversidade e no fortalecimento dos sistemas agrícolas camponeses”, explicou. Da Terra à Mesa Como parte da integração dos participantes às políticas públicas federais, a equipe iniciou o cadastramento de famílias no programa Da Terra à Mesa Brasil, ampliando o acesso a instrumentos de apoio à produção de alimentos saudáveis. A formação também contou com atividades práticas em campo, permitindo que agricultores e agricultoras aplicassem técnicas de manejo, plantio diversificado e recuperação de áreas produtivas. Participação O primeiro dia de atividades aconteceu em Itapetim, no Sítio Lagoa de Dentro, contemplando a regional do Sertão do Pajeú. Participaram agricultores de Itapetim, Afogados da Ingazeira e São José do Egito, além de representantes dos municípios paraibanos de Congo, Sumé e Livramento, ampliando o alcance interestadual da iniciativa. No dia 25, a formação foi realizada em Sertânia, na sede da Associação do Maxixe (APROMAX), espaço onde ocorreu a etapa teórica da atividade, abrangendo a regional do Sertão do Moxotó. A articulação local contou com o protagonismo do presidente da Associação, Erisvelton Freire, e da agricultora Joana Dark, referência na construção de corredores agroecológicos na região do Moxotó e guardiã de sementes crioulas. Juntos, eles mobilizaram agricultores, lideranças e a Fundação Terra para participarem do encontro, que reuniu representantes de Sertânia, Arcoverde, Ibimirim e Iguaraci, além de associações locais, fortalecendo o diálogo entre agroecologia, sociedade civil e poder público. A iniciativa faz parte do programa Da Terra à Mesa, do Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), reunindo organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma articulação nacional voltada ao fortalecimento da agricultura familiar, da produção de sementes crioulas e da agroecologia popular. A atividade foi realizada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio), em parceria com a Associação dos Camponeses e Camponesas de Pernambuco (ACCAPE) e o Movimento Camponês Popular (MCP), com apoio de agricultores e agricultoras locais e de instituições parceiras dos territórios e integra o projeto Rede Sementes da Vida. 

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Projeto Rede Sementes da Vida recebe veículo para fortalecer ações agroecológicas em Pernambuco e Paraíba

A equipe do projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil recebeu, neste mês de janeiro, um veículo que irá fortalecer a execução das atividades de campo junto a agricultores e agricultoras dos territórios atendidos em Pernambuco e na Paraíba. O carro, um Fiat Mobi 1.0, passa a integrar a estrutura de apoio às ações desenvolvidas pela Associação dos Camponeses e Camponesas de Pernambuco (ACCAPE), celebrando o Termo de Atuação em rede n° 009/2025 e compondo a equipe do projeto.  O novo veículo vai viabilizar e ampliar o trabalho de campo, considerado fundamental para o desenvolvimento do projeto, como a realização de visitas técnicas, o cadastramento de agricultores e agricultoras na plataforma Terra à Mesa, a elaboração do diagnóstico inicial, além da implementação e do acompanhamento dos corredores agroecológicos nos territórios. Além disso, o carro também dará suporte às ações de formação e capacitação dentro da temática dos corredores agroecológicos, realizadas diretamente nas comunidades rurais, fortalecendo os processos de transição agroecológica e a valorização das sementes crioulas. Da Terra à Mesa O Rede Sementes da Vida integra a iniciativa Da Terra à Mesa Brasil, programa do Governo Federal que busca o fortalecimento da agricultura familiar e produção de sementes crioulas, aproximando quem produz alimentos saudáveis no campo de quem os consome nas cidades, criando pontes entre políticas públicas, agroecologia e segurança alimentar. No âmbito do programa, o projeto reúne organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições públicas em uma ampla articulação nacional. A iniciativa, executada pela Associação Nacional para o Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) é construída em parceria com o Governo Federal, por meio  do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e representa mais um avanço importante para o fortalecimento da agroecologia popular e da agricultura camponesa.

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ACAMPONESA contrata empresas para fornecimento de insumos e sementes crioulas do Projeto Rede Sementes da Vida

A Associação Camponesa de Agrobiodiversidade e Comida Saudável (ACAMPONESA) iniciou o processo de contratação de empresas para o fornecimento de insumos agrícolas e sementes crioulas destinados à implementação de corredores agroecológicos no âmbito do Projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Biodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil. Entre os itens previstos na contratação estão insumos agrícolas como fosfatado, calcário dolomítico e óleo de neem, além de kits de sementes crioulas diversificadas, compostos por variedades de arroz, feijão, milho crioulo e espécies de adubação verde. Ao todo, serão adquiridos 20 kits de sementes, sendo que cada kit contém quatro quilos de milho crioulo, quatro quilos de feijão de cor e dois quilos de adubação verde, com possibilidade de escolha de até quatro espécies diferentes. A iniciativa busca ampliar a diversidade genética nas áreas produtivas, fortalecer a produção agrícola sustentável e incentivar práticas alinhadas aos princípios da agroecologia, contribuindo para a recuperação de áreas degradadas e para a construção de corredores agroecológicos nos territórios atendidos pelo projeto. A contratação das empresas fornecedoras é fundamental para garantir a execução adequada das atividades previstas no Plano de Trabalho e o alcance dos resultados esperados, especialmente no que diz respeito ao fortalecimento dos corredores agroecológicos e à valorização das sementes crioulas como patrimônio dos povos do campo.

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