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BIOCA promove treinamento com drones para fortalecer ações de restauração ambiental no Cerrado Goiano

Investir em tecnologia para tornar mais eficientes as ações de restauração ambiental é uma das estratégias do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA). Com esse objetivo, o projeto promoveu, nos dias 8 e 9 de julho, em parceria com o Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG), da Universidade Federal de Goiás (UFG), uma formação em operação de drones e sensoriamento remoto voltada à equipe técnica e aos prestadores de serviço que atuam nas atividades de campo. A iniciativa foi realizada pelo núcleo Pró-vant, uma das áreas de atuação do Laboratório. O treinamento reuniu profissionais envolvidos na implantação e monitoramento das ações do BIOCA e combinou conteúdos teóricos e atividades práticas sobre planejamento de voos, legislação para uso de aeronaves remotamente pilotadas, processamento de imagens e aplicação do sensoriamento remoto no acompanhamento de áreas de restauração ambiental. Coordenada pelo professor Manuel Eduardo Ferreira, a formação contou com a instrução da  pesquisadora Mariana Taveira. Ela explicou que o curso foi elaborado a partir das necessidades apresentadas pela equipe do projeto, priorizando conteúdos voltados à realidade do trabalho desenvolvido em campo. “O curso foi pensado considerando a demanda da equipe, que precisava de uma formação bastante prática. Fizemos uma introdução sobre sensoriamento remoto, apresentamos os equipamentos utilizados pelo LAPIG e aprofundamos o funcionamento do drone que seria utilizado durante a capacitação. Também abordamos a legislação, que é fundamental para quem trabalha com esse tipo de tecnologia”, explicou. Segundo ela, após a etapa teórica, os participantes elaboraram seus próprios planos de voo, utilizando simuladores para treinar o controle das aeronaves e, posteriormente, realizaram voos em campo para colocar em prática o conhecimento adquirido.”Cada participante desenvolveu seu plano de voo, treinou inicialmente no simulador e depois realizou a operação do drone em campo. A turma teve um excelente desempenho, aprendeu rapidamente e demonstrou segurança durante todas as atividades. Foi uma experiência muito positiva”, destacou Mariana Taveira. Para o coordenador do Projeto BIOCA, Gustavo Silva, a incorporação de novas tecnologias representa um avanço importante para o monitoramento das áreas atendidas pelo projeto. “O curso é um importante passo para avançar nas questões de autonomia, gestão e fiscalização dos territórios. Essa autonomia é primordial para que os povos busquem celeridade ao acionar as autoridades competentes”, disse O técnico de campo Jeann Carlos Alves de Abreu, que participou da capacitação, ressaltou que o treinamento amplia as possibilidades de atuação da equipe em campo e contribui para tornar o acompanhamento das áreas mais preciso e eficiente. Já o mobilizador territorial do Projeto BIOCA, Elcivaldo Barbosa, a oficina representou uma oportunidade de ampliar conhecimentos e aproximar a equipe de uma tecnologia que será cada vez mais importante no acompanhamento das ações em campo. “Foi uma experiência muito positiva. Muitos de nós nunca tínhamos operado um drone, então a oficina permitiu conhecer os primeiros passos e entender o potencial dessa ferramenta para o nosso trabalho. Agora é continuar treinando e aperfeiçoando a prática para utilizar esse recurso de forma cada vez mais eficiente nas atividades do projeto”, destacou. Sobre o projeto O BIOCA é uma iniciativa da AGROBIO, com financiamento da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do edital Corredores de Biodiversidade – Floresta Viva, com gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). O projeto atua na restauração ecológica, na conservação da agrobiodiversidade e no fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis no Cerrado Goiano, promovendo ações integradas de recuperação ambiental, inovação tecnológica e desenvolvimento territorial.

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Agrobio contrata consultoria especializada em restauração para atuar no projeto Bioca Cerrado

A Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO), deu início, nesta terça-feira (07) ao processo seletivo para contratação de pessoa jurídica especializada em restauração ambiental para atuar no Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA). O edital contempla a execução de ações de cercamento de áreas prioritárias, restauração de nascentes, controle de espécies invasoras, plantio de mudas nativas e monitoramento ambiental em áreas do Nordeste Goiano. Podem participar empresas com experiência comprovada na elaboração e execução de projetos de recuperação de áreas degradadas, restauração ecológica, implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e corredores agroecológicos, além de equipe técnica multidisciplinar habilitada e registrada nos respectivos conselhos profissionais. Entre os critérios de seleção estão a qualificação técnica da proposta e o menor preço apresentado. A contratação prevê a execução dos serviços ao longo de 12 meses, contemplando desde o planejamento técnico até o monitoramento das áreas restauradas, incluindo a recuperação de nascentes, cercamento de áreas prioritárias e manutenção das intervenções ambientais. As empresas interessadas devem encaminhar currículo da equipe técnica e proposta até o dia 22 de julho de 2026 (quarta-feira) para o e-mail agrobioinstitucional@gmail.com. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 29 de julho de 2026. Os serviços serão executados no âmbito do Projeto BIOCA, iniciativa da AGROBIO financiada pela Petrobras e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do edital Corredores de Biodiversidade – Floresta Viva, com gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). Serviço Seleção: Contratação de pessoa jurídica especializada em restauração ambientalInscrições: De 07 de junho a 22 de julho de 2026Envio das propostas: agrobioinstitucional@gmail.comResultado: 29 de julho de 2026.

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BIOCA promove oficinas sobre cooperativismo popular e fortalece debate sobre autonomia territorial no Nordeste Goiano

Fortalecer a organização comunitária, ampliar o acesso a mercados e estimular formas coletivas de produção foram os principais objetivos das oficinas “Cooperativismo Popular e Movimento Camponês: autonomia territorial e agroindústria no Nordeste Goiano”, promovidas pelo Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA). As atividades aconteceram em Alvorada do Norte e na Comunidade Quilombola Kalunga Ema, em Teresina de Goiás, nos dias 1º e 2 de julho. Realizadas em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), a Prefeitura de Alvorada do Norte, Associação Quilombola Kalunga (AQK) e o Movimento Camponês Popular (MCP), as oficinas reuniram agricultores familiares, assentados, lideranças comunitárias e moradores da região para refletir sobre alternativas de fortalecimento da economia local a partir da cooperação, da agroindústria e da valorização dos territórios tradicionais.  Responsável pela condução das oficinas, e coordenador da Casa Projetos Sociais da UFG,  Flávio Pereira Diniz , apresentou conceitos fundamentais sobre cooperativismo popular, agricultura familiar e incubação social de cooperativas e associações. Durante os encontros, ele explicou as diferenças entre associações e cooperativas, esclareceu dúvidas dos participantes e apresentou experiências que demonstram como a organização coletiva pode fortalecer os empreendimentos rurais. Segundo o professor, “uma associação é formada por pessoas que compartilham interesses comuns e tem finalidade social, cultural, comunitária ou de representação, sem objetivo de distribuir lucros entre seus integrantes”. Já a cooperativa é uma organização econômica criada para produzir, comercializar, comprar ou prestar serviços de forma coletiva, permitindo que os cooperados dividam os resultados obtidos com a atividade. Também procuramos compreender se esses grupos têm interesse em construir uma cooperativa em parceria com a universidade, fortalecendo iniciativas já existentes nos territórios, disse Flávio Pereira Diniz. Técnico de Campo do projeto Bioca,  Jeann Carlos Alves de Abreu destacou que a organização comunitária é um dos pilares para fortalecer as ações de restauração ambiental e ampliar as oportunidades para as famílias rurais. Segundo ele, iniciativas como as oficinas aproximam conhecimento técnico e saberes locais, criando condições para que as comunidades construam soluções coletivas para seus desafios. “O Bioca trabalha diretamente com as famílias na implantação de Sistemas Agroflorestais, na restauração de áreas degradadas e na valorização da produção local. Falar sobre cooperativismo e associativismo é importante porque essas formas de organização fortalecem os produtores, facilitam o acesso a mercados, agregam valor aos produtos e tornam as comunidades mais autônomas. Quando as pessoas trabalham juntas, elas conseguem produzir mais, comercializar melhor e cuidar do território de forma coletiva”, afirmou. Espaço para trocas Além das apresentações, as oficinas estimularam a participação ativa dos moradores, que compartilharam experiências sobre produção agrícola, extrativismo, comercialização e os desafios enfrentados pelas comunidades para agregar valor aos produtos do Cerrado. As discussões também abordaram o papel das organizações coletivas na construção da autonomia territorial, na gestão compartilhada dos empreendimentos e no fortalecimento das cadeias produtivas da sociobiodiversidade. Sobre o BIOCA O BIOCA é uma iniciativa da AGROBIO com financiamento da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do edital Corredores de Biodiversidade – Floresta Viva, com gestão do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). O projeto atua na restauração ecológica, na conservação da agrobiodiversidade e no fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis no Cerrado Goiano, promovendo ações integradas de recuperação ambiental, organização comunitária e desenvolvimento territorial.

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Capacitação e mutirão fortalecem sementes crioulas e agroecologia em Nova Timboteua 

O projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil promoveu, nesta sexta-feira (26), uma capacitação sobre Melhoramento Participativo de Sementes Crioulas e um Mutirão de Implantação de um Polo Irradiador de Corredores Agroecológicos em Nova Timboteua (PA). A atividade reuniu agricultores do município, lideranças do Movimento Camponês Popular (MCP), representantes da Associação Nacional de Agrobiodiversidade dos Povos da Amazônia e Defesa do Meio Ambiente e da Vida (ANAPAMAV), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), Secretaria Municipal de Agricultura e Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Nova Timboteua (STTR), fortalecendo o diálogo entre conhecimento técnico e saberes populares. Os participantes aprofundaram os conhecimentos sobre seleção e conservação de sementes crioulas, estratégia para fortalecer a autonomia das famílias agricultoras e ampliar a agrobiodiversidade nos territórios. Em seguida, o grupo participou do mutirão para implantação do Polo Irradiador, espaço que contribuirá para a multiplicação de sementes e a expansão dos corredores agroecológicos na região. Executado pela Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (Agrobio) a iniciativa integra o projeto Rede Sementes da Vida, desenvolvido por meio do programa Terra à Mesa, do Governo Federal, com apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). 

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BIOCA realiza oficina de educação ambiental e fortalece debate sobre território e conservação no PA Rio Corrente

Com o tema: Direitos e Deveres do Assentado, Meio Ambiente e Território, a equipe do Projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA), realizou nesta quinta-feira (25) uma roda de conversa sobre educação ambiental. A iniciativa, que reuniu moradores do Projeto de Assentamento Rio Corrente, em Alvorada do Norte, contou com a parceria do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo (SEMATUR) de Alvorada do Norte, da Saneago e da Associação do P.A. Rio Corrente. A atividade promoveu um espaço de troca de conhecimentos e permitiu que os moradores compartilhassem suas percepções sobre o território, os desafios enfrentados e as possibilidades de construção coletiva de soluções voltadas à proteção do Cerrado. Fortalecimento Presidente da Associação do PA Rio Corrente, Adeilson Moura, destacou a importância do encontro para aproximar as instituições das famílias assentadas e ampliar o acesso às informações. “Esse diálogo é muito importante para a comunidade. Muitas vezes as pessoas têm dúvidas sobre as questões ambientais e sobre seus direitos. Quando as instituições vêm até o assentamento, isso fortalece a organização da comunidade e ajuda na preservação do nosso território”, afirmou. RL e APP Além de apresentar conceitos sobre legislação ambiental e função das RL e App, a Sematur de Alvorada do Norte explicou o papel da fiscalização ambiental no território, as atribuições dos órgãos ambientais e a importância da atuação preventiva. A proposta foi esclarecer que a fiscalização deve atuar como instrumento de orientação e proteção dos recursos naturais, contribuindo para o bem-estar das comunidades e para a conservação do patrimônio ambiental.  “Muito mais do que uma exigência legal, as áreas protegidas garantem a manutenção dos recursos naturais, a proteção das nascentes e contribuem diretamente para a qualidade de vida das comunidades rurais”, ressaltou o secretário Leonardo Carvalho. Direitos e deveres dos assentados Manoel Freitas, do Grupo de Gestão Ambiental do INCRA, apresentou informações sobre a legislação agrária, os direitos e os deveres das famílias assentadas. Durante a exposição,abordou temas como o acesso às políticas de crédito rural, e questões relacionadas à infraestrutura dos assentamentos.  Freitas também enfatizou a importância da conservação das APPs e das Reservas Legais, alertando para a necessidade de evitar a entrada de animais nessas áreas, o descarte irregular de resíduos e outras práticas que possam comprometer as nascentes e a vegetação nativa. “Conhecer os direitos e deveres é fundamental para fortalecer os assentamentos e garantir segurança às famílias. A informação é uma ferramenta importante para o desenvolvimento dos territórios”, destacou. Água e bioindicadores A equipe da Saneago abordou sobre a qualidade da água e a utilização de bioindicadores como ferramentas de monitoramento ambiental. Os Agentes Ambientais Adriana Avelina e Inocêncio Sousa, do Núcleo de Educação Ambiental da companhia, explicaram que determinadas espécies da fauna e da flora funcionam como indicadores da qualidade dos ambientes aquáticos e podem auxiliar na identificação de alterações nos recursos hídricos. “Os bioindicadores ajudam a compreender a saúde dos rios, das nascentes e das águas subterrâneas. Conhecer esses sinais permite que as comunidades acompanhem as condições ambientais do território”, explicou. A discussão também envolveu a qualidade da água utilizada pela população, os cuidados com nascentes, poços e cursos d’água e a importância da conservação das áreas de recarga hídrica. Bioca Técnico de Campo do Projeto Bioca, Hebson Limão apresentou as ações desenvolvidas no assentamento e na região, destacando os Sistemas Agroflorestais (SAFs), as áreas de preservação e as iniciativas de restauração ambiental. Segundo ele, o projeto busca integrar produção agrícola, recuperação ambiental e fortalecimento da agricultura familiar. “Apresentamos as experiências dos SAFs implantados na comunidade e mostramos como essas práticas contribuem para a recuperação das áreas, a produção de alimentos e a conservação da biodiversidade. Falamos ainda sobre os corredores agroecológicos, às sementes crioulas, soberania alimentar e a importância do Cerrado”, disse. Sobre o projeto O BIOCA, iniciativa da AGROBIO, conta com financiamento da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do edital Corredores de Biodiversidade – Floresta Viva, cuja gestão é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). O projeto atua na restauração ecológica, na conservação da agrobiodiversidade e no fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis no Cerrado Goiano, promovendo ações integradas de recuperação ambiental e desenvolvimento territorial.

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Planejamento fortalece ações do projeto Rede Sementes da Vida no Maranhão

Integrantes do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil participaram neste domingo (21), de um encontro de planejamento na Casa Familiar Rural La Salle, em Presidente Médici (MA), para avaliar as ações desenvolvidas ao longo do primeiro semestre e definir as estratégias para a próxima etapa de execução do projeto. A atividade reuniu parceiros locais para fortalecer o acompanhamento das iniciativas voltadas à agricultura familiar e à agroecologia. Durante o encontro, a equipe fez um balanço das atividades realizadas nos territórios, com destaque para a implantação dos 16 corredores agroecológicos, analisando os avanços alcançados, os desafios encontrados e as oportunidades de aprimoramento das ações. A programação também incluiu a construção do calendário de atividades do segundo semestre, alinhando as próximas etapas de formação, assistência técnica e implantação de novos corredores. A agenda foi encerrada com uma visita à Reserva Legal (RL) do sítio Bem Viver do agricultor Everaldo Pereira Costa. De acordo com o Agente de Transição Agroecológica do Projeto, Francisco Machado, a iniciativa foi uma oportunidade para conhecer experiências de conservação ambiental e reforçar a integração entre produção e conservação dos recursos naturais. O projeto Rede Sementes da Vida é executado pela AGROBIO, por meio do programa Terra à Mesa, do Governo Federal, com apoio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP). 

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Semana do Meio Ambiente: Equipe do Projeto BIOCA participa de atividade em escola de Divinópolis de Goiás

Em comemoração a Semana do Meio Ambiente, realizada em junho, a equipe técnica do projeto Biodiversidade e Cadeias Produtivas: Restauração de Áreas Degradadas e Sustentabilidade Socioeconômica no Cerrado Goiano (BIOCA) participou de uma programação educativa realizada na Escola Municipal Luiz Pereira Cirineu, em Divinópolis de Goiás. A ação reuniu cerca de 90 estudantes, professores e representantes de instituições parceiras em palestras e atividades práticas sobre conservação ambiental, reflorestamento e proteção do Cerrado. Além da equipe técnica do BIOCA, a programação contou com a participação da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, do Movimento Camponês Popular (MCP) e de integrantes do FAEG Jovem. Ao longo do encontro, os estudantes discutiram temas como queimadas, desmatamento, mudanças climáticas, restauração ambiental e a importância da vegetação nativa para a qualidade de vida das comunidades. A abertura das atividades foi marcada por uma mística conduzida pela coordenadora do MCP,Ilmaria José Lima silva, que destacou a relação entre os povos do campo e o cuidado com a natureza. Em seguida, os integrantes do FAEG Jovem, Jesuína Ferreira da Silva e Marcello Alves Vila Real Junior, conversaram com os estudantes sobre os impactos ambientais e a importância da conservação dos recursos naturais. Segundo Jesuína, a participação dos alunos demonstrou que a temática ambiental já faz parte do cotidiano das famílias e das comunidades. “Os estudantes participaram bastante, trazendo exemplos do dia a dia e demonstrando preocupação com as queimadas, o aumento das temperaturas e a importância das árvores para melhorar a qualidade de vida”, afirmou. O secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Jair Lima, abordou os impactos das queimadas e do desmatamento, ressaltando os prejuízos causados à fauna, à vegetação e à saúde da população. Representando o BIOCA, o técnico Jeann Carlos Alves de Abreu apresentou os conceitos de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas, destacando a importância da recomposição da vegetação nativa para a proteção do solo, da água e da biodiversidade. Durante a palestra, também foram apresentados exemplos das ações desenvolvidas pela AGROBIO e pelo BIOCA na região, incluindo a recuperação de áreas degradadas, a implantação de Sistemas Agroflorestais e a conservação da agrobiodiversidade do Cerrado. Outro tema abordado foi a importância das sementes crioulas para a soberania alimentar e a autonomia das famílias agricultoras. O milho crioulo foi apresentado como exemplo de variedade adaptada aos territórios e fundamental para a conservação da diversidade agrícola. Oficina de mudas Os estudantes participaram ainda de uma oficina prática de produção de mudas de baru, espécie nativa do Cerrado. Foram distribuídos 80 recipientes com terra e sementes, que permanecerão na escola sob os cuidados dos próprios alunos. A proposta é que os estudantes acompanhem o desenvolvimento das mudas e participem futuramente de atividades de plantio em áreas verdes do município. Para Jeann Carlos Alves de Abreu, a educação ambiental é uma ferramenta importante para aproximar os jovens da realidade do Cerrado e estimular o cuidado com os recursos naturais. “Se cada pessoa fizer a sua parte, é possível transformar as paisagens e recuperar áreas degradadas. O reflorestamento é fundamental para garantir água, proteger a biodiversidade e melhorar a qualidade de vida das comunidades”, destacou. Sobre o projeto O BIOCA, iniciativa da AGROBIO, conta com financiamento da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do edital Corredores de Biodiversidade – Floresta Viva, cuja gestão é realizada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). O projeto atua na restauração ecológica e no fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis no Cerrado Goiano.

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Rede Sementes da Vida participa do 4º Encontro Nacional sobre Formação de Extensionistas Agentes de ATER e da 1ª Mostra Da Terra à Mesa

A equipe do  Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil , em conjunto com a Associação Nacional de Fortalecimento da Agrobiodiversidade (AGROBIO) e a Associação Nacional de Agrobiodiversidade dos Povos da Amazônia em Defesa do Meio Ambiente e da Vida (ANAPAMAV), participaram do 4º Encontro Nacional sobre Formação de Extensionistas Agentes de ATER e da 1ª Mostra Da Terra à Mesa, promovidos em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), entre os dias 10 e 12 de junho, em Brasília. O evento contou com a presença do coordenador-geral do projeto Rede Sementes da Vida: Cultivando a Agrobiodiversidade e Fortalecendo a Agroecologia no Brasil, Murillo Notine, e da coordenadora Clarissa Miranda Rodrigues. O encontro contou com debates sobre o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), pela troca de experiências entre as entidades participantes do programa Da Terra à Mesa e pela apresentação das principais entregas do Programa Da Terra à Mesa. Ao final das atividades, foi construída coletivamente uma carta pelas organizações e movimentos presentes, que será entregue à ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli. Durante o encontro, Murillo apresentou as experiências desenvolvidas pela AGROBIO e pela ANAPAMAV, destacando as metodologias adotadas e os resultados alcançados na implementação do plano de trabalho. Entre as ações apresentadas, estão a implantação de corredores agroecológicos, biofábricas, Unidades de Beneficiamento de Sementes (UBS), agroindústrias, casas de sementes e a aquisição de maquinários adequados à agricultura familiar camponesa. As iniciativas estão presentes nos estados de Goiás, Minas Gerais, Sergipe, Bahia, Piauí, Pernambuco, Pará e Maranhão, que integram a Rede Sementes da Vida.

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Oficinas formativas fortalecem debate sobre combate à fome em Cozinha Solidária de Catalão

A Cozinha Solidária Sabores do Campo, em Catalão (GO), promoveu nos dias 10 e 11 de junho duas oficinas formativas voltadas ao fortalecimento da segurança alimentar, da organização comunitária e do papel das cozinhas solidárias no combate à fome. As atividades aconteceram na Capela São Maximiliano Maria Kolbe, no bairro Pontal Norte, reunindo cerca de 20 participantes. No primeiro encontro, os participantes debateram a importância do campesinato e das cozinhas solidárias no enfrentamento da fome, além do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). A formação destacou o papel da agricultura camponesa na produção de alimentos saudáveis e a contribuição das cozinhas solidárias como espaços de acolhimento, solidariedade e organização popular. No segundo dia, a oficina abordou os temas “Boas Práticas de Manipulação de Alimentos” e “Nutrição e Alimentação Saudável”, reforçando conhecimentos relacionados à segurança alimentar, à qualidade das refeições e aos cuidados necessários no preparo dos alimentos. Para a voluntária Karolaine Alves, as formações fortalecem o trabalho desenvolvido pela comunidade. “Esses momentos são importantes porque nos ajudam a cuidar melhor dos alimentos e das pessoas. A gente aprende, troca experiências e se fortalece para continuar esse trabalho de acolhimento e combate à fome”, afirmou. Além da troca de conhecimentos, as oficinas contribuíram para ampliar a compreensão dos participantes sobre o direito à alimentação e a importância das ações coletivas no enfrentamento da insegurança alimentar. A Cozinha Solidária Sabores do Campo integra a Rede de Cozinhas Populares Solidárias e desenvolve ações de combate à fome e promoção da segurança alimentar em Catalão. A iniciativa faz parte do Programa Cozinha Solidária, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), e é gerenciada pela Agrobio em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP).

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Maranhão recebe mutirão agroecológico e formação sobre sementes crioulas 

Em parceria com o Movimento Camponês Popular (MCP) e a Associação Nacional de Agrobiodiversidade dos Povos da Amazônia em Defesa do Meio Ambiente e da Vida (Anapamav), a equipe do projeto Rede Sementes da Vida: cultivando a agrobiodiversidade e fortalecendo a agroecologia no Brasil realizou, nos dias 5 e 6 de junho, uma série de atividades voltadas ao fortalecimento da agroecologia e da agricultura familiar na comunidade Vera Cruz, no município de Junco (MA). As ações possibilitaram momentos de formação, troca de saberes e construção coletiva nos territórios. No primeiro dia, foi realizada a implantação de um corredor agroecológico com nove variedades de manivas, espécies alimentícias e plantas adubadeiras, fortalecendo a diversidade produtiva e o manejo sustentável nas áreas de cultivo. A atividade também marcou o início da capacitação em Melhoramento Genético Participativo de Sementes Crioulas, conduzida junto aos agricultores de vários municípios. Durante o encontro, foram debatidos temas ligados à conservação das sementes, autonomia camponesa e fortalecimento da produção agroecológica. Já no segundo dia, os integrantes do evento deram continuidade à formação sobre Melhoramento Participativo das Sementes Crioulas, ampliando os diálogos sobre conservação da agrobiodiversidade e estratégias de fortalecimento da agricultura familiar.  O Rede Sementes da Vida integra o programa Terra à Mesa, realizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), fortalecendo iniciativas agroecológicas em diferentes territórios do país.

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